Em busca do pensamento livre.

Domingo, 19.03.17

 

 

 

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Antero



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Sábado, 18.02.17

 

 

 

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Antero

 



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Sexta-feira, 10.02.17

 

 

 

 

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Antero



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Segunda-feira, 19.12.16

 

 

 

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Antero



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Sábado, 10.12.16

 

 

 

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Antero

 



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Quarta-feira, 30.11.16

 

 

 

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Antero



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Terça-feira, 01.11.16

 

 

 

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Antero



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Terça-feira, 25.10.16

 

 

 

A desqualificação do modo de escolher as direcções escolares é mais uma derrota para a herança de Lurdes Rodrigues (LR). O veredicto poderá acontecer com a vontade de alguns dos seus, outrora, correligionários. É reconhecida a desqualificação dos actuais Conselhos Gerais para promover concursos públicos seguidos de eleição. LR decidiu, em 2009, eliminar um modelo com avaliação positiva para controlar, a partir do poder central, os "indisciplinados" professores. Teve a oposição de muitas escolas, mas a oportunidade criou alinhados de última hora. 

 

Em 11 de Janeiro de 2012escrevi que "(...)mesmo entre nós, e no caso do sistema escolar, o arco governativo não descansou enquanto não eliminou o poder democrático das escolas substituindo-o por uma amálgama com tiques do PREC e da ditadura.(...)" Não foram necessários muitos anos para se perceber o erro grave, nomeadamente com a entrada nas escolas do pior da partidocracia local. É consensual para as organizações que estudam e avaliam a situação vigente: as direcções escolares devem ser eleitas, num processo devidamente escrutinado, por todos os que exercem funções nas escolas.

 

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Antero



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Segunda-feira, 17.10.16

 

 

 

"AS TENTAÇÕES DA REAÇÃO

 

Confesso que me parece impossível levar a sério as conversas da direita sobre o orçamento para 2017. Depois de quatro orçamentos e oito retificativos, de três chumbos do constitucional e de todas, mas todas, as previsões macroeconómicas erradas dos últimos quatro anos, a direita devia ficar de dieta de açúcar político durante pelo menos uma legislatura. Taxar-lhes a adição açucarada era o mínimo.

Interessa-me mais o interior da própria vaca voadora, as matizes das suas contradições e tensões. E nessas contradições, a menor não é a de ver o governo, ao mais alto nível, a assistir com aparente êxtase ao perorar de Maria de Lurdes Rodrigues sobre educação, anteontem, no ISCTE (a propósito dos 30 anos da Lei de Bases do Sistema Educativo), nada fresca mas rediviva, defendendo a municipalização da educação e criticando, novamente, e ainda que em modo sonâmbulo, os sindicatos, tidos como adversários da autonomia das escolas. Mas, mais importante ainda que essa crítica típica e politicamente doente, MLR não se coíbe de corroborar a ladainha reacionária da necessidade de revisão da Lei de Bases do Sistema Educativo, de que é mentor maior o ex-ministro da educação do PSD e atual presidente do Conselho Nacional da Educação David Justino… e tudo contra a direita.

MLR é uma reacionária científica no que diz respeito à organização da Escola Pública. Defende uma escola hierarquizada e autoritária (todo o poder concentrado num diretor escolar e categorias de professores organizadas hierarquicamente), panoticamente vigiada por um sistema totalitário de mensuração industrial e taylorista (estado de permanente mensuração e classificação produtiva dos professores), sem sindicatos ou entropia reinvindicativa (redução ao mínimo envergonhado do reconhecimento das organizações sindicais dos professores), com professores domesticados ao serviço da dominância política local (municipalização), seja ela a pequena ou alta burguesia paternalista, seja a pequena burguesia partidária, aliadas em forma de suposta legitimidade democrática, pilotando ferreamente a escola tornada espaço de amestramento e homogeneização (os pais e as forças “mortas” locais num conselho geral com poderes eletivos).

Do que aqui se trata é de toda uma inversão linguística de que MLR é notável cultora. A melhor forma de defender a escola pública da direita seria, para a ex-ministra da educação, transformar a escola pública num espaço social, cultural e organizacional… de direita.

Que o PS e o governo, ao mais alto nível, lá tenha estado a escutá-la atentamente, e que ambos se deem a um discurso híbrido e instável sobre a municipalização, a autonomia e a democracia nas escolas, é muito, muito mau augúrio e até perturbador, revelando que, passados estes anos todos sobre a Grande Destruidora, o PS não parece ter percebido verdadeiramente o que se passou, nomeadamente que os professores portugueses não se deixaram derrotar ou transformar, pelo menos completamente, em “lupenprofessorado”. E por isso fizeram o PS perder as eleições. Já aconteceu e pode tornar a acontecer. Não é uma ameaça. É uma constatação e uma previsão."

 

Francisco Teixeira

 

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Quarta-feira, 05.10.16

 

 

 

 

"Gostava ainda de deixar uma ideia do enorme João dos Santos, “(...)Foi meu professor porque foi meu amigo” e uma convicção pessoal que a idade cada vez mais cimenta, qualquer professor ou educador, tanto ou mais do que aquilo que sabe, ensina aquilo que é."

 

Muito "interessante o post" do José Morgado, donde retirei o parágrado inicial, do blogue Atenta Inquietude, dedicado ao dia Mundial do Professor.

 

Como hoje foi reposto o feriado do 5 de Outubro, escolhi um desenho do Antero.

 

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Segunda-feira, 29.08.16

 

 

 

Enuncia-se um suposto rigor na rede escolar e na distribuição do serviço docente, mas a histórica desorganização do Estado, e principalmente a malfadada ocupação dos serviços centrais e locais por "girls & boys", fica todos os anos espelhada no seguinte:

"Respeitar os professores é dar-lhes tempo para fazerem as malas...é um post muito certeiro do Alexandre Henriques do blogue ComRegras.

 

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Sexta-feira, 08.07.16

 

 

 

"Aceitei estar aqui, mas tem de me deixar explicar tudo", disse MdCR, em representação da ministra Lurdes Rodrigues, para Fátima Campos Ferreira num prós e contras da RTP1 no auge da guerra da avaliação de professores (2008). E explicou: "pela primeira vez há uma avaliação com rigor: pontuação de 1 a 10 e quotas. Criámos 4 dimensões na avaliação. Para cada uma há 5 domínios (20 no total). Tudo pontuado de 1 a 10. Aplicam-se as quotas. O resto é com as escolas."

 

E o que era o resto? Para cada domínio (20 no total), havia 5 indicadores (100 no total). Para cada um dos 100 indicadores, existiam 10 descritores (1000 no total) para cumprir com rigor a pontuação de 1 a 10.

 

Este sumário do inferno encontra sinais de um qualquer retorno? É bom avisar antes que seja tarde quando se começa a perceber o programa para o sucesso escolar. E era uma pena, convenhamos que era. O pior eduquês tem tendência para começar na estratosfera central e ganhar asas até nos locais mais recônditos.

 

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Antero 



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Terça-feira, 21.06.16

 

 

 

 

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 Antero



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Segunda-feira, 09.05.16

 

 

 

 

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Sábado, 16.04.16

 

 

 

O Parlamento legislou o fim das provas finais dos 4º e 6º anos e o Governo introduziu provas nos 2º, 5º e 8º anos incluídas num sistema integrado (SI). O sistema não mexe no sacrossanto acesso ao ensino superior (como se fosse justo) porque é poderosa a indústria dos exames. O que é demasiado guloso é querer, e na nossa sociedade basta a insinuação, a submissão industrial logo aos sete ou oito anos como engendrou "O Provas".

 

Quem se indigna com a fuga aos impostos pelos Panamás Leaks incomoda-se com "guloseimas". O Governo eliminou as provas finais e anunciou como facultativa a entrada este ano no SI e mais umas trapalhadas negociadas com o novo PR. Parece que agora já é aconselhado um facultativo com dificuldades na faculdade de não facultar. É, realmente, demasiado. Eram suspensas e ponto final e no ano seguinte começava o tal SI. Havia convicção ou estavam quietos.

 

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 Antero



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Terça-feira, 12.04.16

 

 

 

Já passei os olhos pelo Plano Nacional de Reformas e pelo Plano Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, e olhem que não foi fácil, e nem uma linha sobre a avaliação de professores que mantém o regime de farsa porque as carreiras há muito que "congelaram de vez". Será que o Governo sofre de esquecimento ou o legado de prestação de contas de Sócrates e Rodrigues é exemplar e intocável?

 

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Antero



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Segunda-feira, 11.04.16

 

 

 

 

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Antero



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Sexta-feira, 01.04.16

 

 

 

 

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Antero Valério



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Domingo, 27.03.16

 

 

 

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Antero Valério



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Quinta-feira, 17.03.16

 

 

 

Percebo pela blogosfera que há professores algo sobressaltados com uma ou outra notícia. Vamos acreditar que são os tablóides que desvirtuam a informação para efeitos comerciais. Recordo um desenho do Antero, o genial cartoonista da defesa da escola pública, que me parece adequado e que me levou ao título do post.

 

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Quarta-feira, 17.02.16

 

 

 

 

"Colégios defendem financiamento em zonas com escolas públicas", disse hoje o Público no dia em que as escolas das cooperativas de ensino foram ouvidas no parlamento. Este assunto está impregnado de coreografias e exige atenção aos detalhes. O que é irrefutável é que "metade das escolas públicas desapareceram na última década, mas aumentaram em 10% os colégios dos privados", noticiou o Expresso com dados do CNE. Não adianta tergiversar: a rede pública de escolas precisava de passar da "massificação" à "democratização", mas interesses ditos privados, associados aos grandes aparelhos partidários, capturaram o orçamento de Estado e desperdiçaram um período de intensos fundos estruturais. O que prevaleceu na decisão política central e local foi a lógica da "clientela". Quando mais tarde se resolver este problema, pior.  É, realmente, imperdoável.

 

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Sexta-feira, 12.02.16

 

 

 

No dia em que N. Crato e L. Rodrigues são condecorados, e desculpem-me voltar a estas figuras, o primeiro desdobra-se em entrevistas e revela uma continuidade política que explica alguns enigmas. Lurdes Rodrigues olhava para o sistema como um grande primeiro ciclo e infantilizou-o. Numa decisão inevitável e positiva, alargou a escolaridade obrigatória até ao 12º ano e originou o maior aumento da história de alunos no ensino secundário nos anos seguintes.

 

Chegou Crato e aplicou exames a eito com as mesmas normas e procedimentos em todos os ciclos de escolaridade. Ou seja, para Crato & Lurdes até ao 12º ano é ensino precoce e comprovo-o com duas respostas da entrevista do primeiro ao DN. Como se sabe, no exercício de Crato o insucesso escolar subiu todos os anos. Com o referido aumento de frequência do secundário, o abandono escolar desceu acentuadamente. A jornalista pediu-lhe opinião. A coisa é de tal modo, que a segunda pergunta transmite a perplexidade da perguntadora que ainda tentou atenuar a manipulação. Como retrata o cartoon do Antero, Crato ganhou o direito ao fatinho completo de Lurdes Rodrigues e Cavaco Silva reconheceu-o.

 

"(...)Em 4 anos o abandono escolar caiu de 23 para 13,7%. Como ME durante esse período que analise faz dos números?

Todos nos devemos congratular pelos enormes progressos conseguidos pela Escola portuguesa nos últimos anos, nomeadamente com este que agora acaba de ser verificado: a grande redução do abandono escolar precoce. 

A que se deve esta redução? Ao alargamento da escolaridade obrigatória até ao 12.° ano?

Não se deve apenas ao alargamento da escolaridade obrigatória, mas a um conjunto de medidas que permitiram que o alargamento fosse um sucesso.(...)"

 

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Impressiona-me, sinceramente que me impressiona, a interminável indignação mediática à volta da supressão de uma prova final (vulgo exame do quarto ano) para as crianças. Desconfio que o eurogrupo discutirá essa eliminação como ponto prévio ao orçamento português ou mesmo à crise financeira alemã, também orçamental e da bancocracia, responsável pela investida dos mercados à zona euro.

 

Até Crato, e a propósito de uma condecoração presidencial à sua veia provadora, vem sentenciar: "não é por deixar de haver avaliação que os alunos aprendem mais". Valha-nos não sei o quê. As crianças fazem, e inevitavelmente, provas sobre provas durante os quatro anos do primeiro ciclo e há quarenta anos que aprendiam sem essa prova final como acontece, de resto, com as crianças dos países mais avançados há quase um século. O problema não são as crianças, nem se aguentam a pressão; esse argumento chega a ser ridículo. O mistério está na cabeça dos adultos, no modo como tratam os resultados dessa prova e na indústria que agregam. E sobre isso as crianças nada podem fazer. Começam a receber comendas como a de Crato por causa dos resultados dessa prova e até prémios monetários. Algumas até se vêem impedidas de ir para a mesma escola dos colegas que conseguem melhores resultados na tal prova final. O que as crianças sentem mais é, por exemplo, a inabalável política dos manuais escolares, o número de alunos por turma, a falta de tempo para brincar ou o apoio, em modo de privilégio, dos Cratos deste mundo ao ensino privado. Mas sobre isso, nem o Crato, nem os indignados diários, debitam uma linha em modo de descalabro orçamental. Estranho, no mínimo, para quem se preocupa tanto com as aprendizagens das crianças.

 

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Quinta-feira, 28.01.16

 

 

 

 

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Quarta-feira, 30.12.15

 

 

 

 

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Sábado, 21.11.15

 

 

 

A privatização da TAP (passará sem rodeios a Barraqueiro Airlines?) prevê nacionalização de prejuízos no velho estilo PPP da lusitana bancarrota. Não há volta a dar. Nem em período de cortes a eito o Estado deixa de ser uma coutada para estes "caçadores" dos derradeiros anéis.

 

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Quarta-feira, 18.11.15

 

 

 

Façamos um raciocínio por indução: nos concelhos onde impera a lógica de mercado, com o tal público-privado financiado pelo Estado, há um bocado de tudo para que qualquer um se envergonhe: exclusão de alunos com necessidades educativas especiais ou dificuldades de aprendizagem, critérios de matrícula que ignoram a boa utilização das instalações, publicidade enganosa, professores contratados precarizados, professores do quadro em estado de desconsideração profissional e por aí fora.

 

Se generalizarmos ao país, pensarmos na última década e em alunos infantilizados ou em competição desenfreada e na desconfiança nos professores traduzida num inferno de burocracia, não se estranha que um estudo conclua que "nove em cada dez professores sente que é desconsiderado pela sociedade".

 

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Sábado, 07.11.15

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 03.11.15

 

 

 

 

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Sexta-feira, 02.10.15

 

 

 

 

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Terça-feira, 29.09.15

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Domingo, 20.09.15

 

 

 

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Começou, finalmente e só agora :), a campanha eleitoral. Os nossos calendários são, realmente, de uma complexidade tortuosa e crescente. 

 

Espero que este seja o ultimo post sobre as políticas de Nuno Crato ainda como ministro. 

 

Percebia-se que Crato era elitista, que tinha palas ideológicas e que não conhecia o ensino não superior. Mas o que se tornou ainda mais marcante, foi o uso do que classificou nos seus antecessores como "pato-bravismo": generalizar sem testar. Se nos cortes a eito ou nos alunos por turma estava dominado pelo "além da troika" do Governo (embora tenha dito que "uma turma com 30 alunos pode trabalhar melhor do que uma com 15. Depende do professor e da sua qualidade"), já na industria dos exames ou nos concursos de professores o seu dedo populista foi determinante.

 

A industria dos exames perturbou a vida das escolas. Testar implicava fazer como nos países civilizados, principalmente nos exames dos mais novos: escolher umas escolas anualmente, ou umas regiões, e aprender com respeito pelo bem comum. Nos concursos BCE exigia-se um processo semelhante. Mas não. Crato revelou toda a sua impreparação desde início e foi mesmo para além da generalização sem testar como ficou patente na conferência de imprensa com a presença técnica de Laura Loura que apresentaria um "power point" sobre a fórmula do crédito horário das escolas. Anunciou o que desconhecia e a "especialista" em estatística que o acompanhava não encontrou local onde meter uma tal de "pen drive" terminando assim de uma forma risível uma conferência de imprensa inédita e inesquecívelEnfim: uma tragédia feita comédia que se recorda em vídeo.

 

 

 



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Quinta-feira, 17.09.15

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 09.09.15

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 18.08.15

 

 

 

É risível o "regresso", nesta altura, da Parque Escolar.SA. O montão de euros é decidido por Bruxelas, a exemplo do que aconteceu com Sócrates na desorientação europeia no pós-crise-do-subprime. As culturas pato-bravistas, partidocratas e bancocratas aceleraram a bancarrota. Depois de tudo o que se disse na campanha eleitoral anterior sobre as obras escolares, é um momento alto do ridículo que um ministro falhado, e há muito demissionário, se preste a este papel. Ainda vamos ver Crato a suspender exames que ideal(log)izou a eito e em modo industrial.

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Segunda-feira, 10.08.15

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 04.08.15

 

 

 

 

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Sábado, 25.07.15

 

 

 

Os professores desencadearam a luta mais difícil (Junho de 2012) da última década com uma impopular greve a exames do 12º ano e a todas as avaliações de final de ano. Não teve o impacto mediático das grandes manifestações (há hoje, e até em 2012, menos professores, 100 mil, do que os que se manifestaram em 2008,140 mil de 170 mil), mas atingiu objectivos de forma mais precisa. Se não o tivessem feito, mais de 10 mil professores dos quadros seriam empurrados para uma injusta e brutal requalificação rosalina e mais uns 10 mil ficariam sem contrato. Ou seja, aos 30 mil eliminados que refere o chefe do Governo acrescentaríamos 20 mil.

 

É bom que se sublinhe, e nesta altura mais ainda, que as lutas valem a pena. Está em vigor um despacho de crédito de horas que disfarça os cortes a eito dos além da troika: alunos por turma, cortes curriculares, horários dos professores e mega-agrupamentos. E já se sabe: se estes cortes a eito se mantiverem, basta que um Governo elimine o referido despacho para que a tragédia se acentue.

 

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Terça-feira, 14.07.15

 

 

 

 

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Domingo, 05.07.15

 

 

 

 

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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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