Em busca do pensamento livre.

Sábado, 04.02.17

 

 

Nos últimos anos, as aposentações de professores mudaram de significado: passaram do júbilo à fuga, com excepções como em todas as regras. Ontem assisti à homenagem institucional à minha amiga Isabel Maria Sousa e Silva. Foi um júbilo em modo de fuga. Costumava brincar com ela por causa dos sucessivos adiamentos da idade para a reforma que a apanhavam sempre "à beira de". O mais significativo está no seu testemunho no facebook (a foto veio do mesmo sítio):

"Não tenho palavras para descrever tanta emoção junta. Quando o nosso trabalho é reconhecido, é muito gratificante. Foi muito especial esta homenagem da Câmara Municipal e foi muito difícil controlar as emoções, sobretudo quando fui presenteada com os abraços e lágrimas de um grupo de ex-alunos. Obrigada David, Rita, Leonor, Carolina, Madalena e Zé Pedro. Adoro-vos. Depois, ter a presença do meu pai e da minha filha e de uma quantidade de colegas e amigos.....Sem palavras. Deveras emocionada. Obrigada a todos pelo carinho e amizade."

 

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Terça-feira, 06.09.16

 

 

 

Três colegas escolares da adolescência são inesquecíveis pela queda para as artes. Um publica fotografias nas redes sociais. O Luís Moreira (everything i see, through my iphone) permite que use as fotos por aqui. Ainda estou a pensar no modo. Uma fotografia num post, com ou sem texto, é a solução que mais me agrada. Mais logo publicarei o primeiro. Este requer uma imagem com viagem no tempo.

 

 

Captura de Tela 2016-09-06 às 15.54.30 Fotografia de Luís Moreira



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Terça-feira, 29.03.16

 

 

 

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Terça-feira, 08.03.16

 

 

 

 

"08/03/08 - Memórias da grande marcha dos professores" é o título do último livro do Paulo Guinote que li com emoção. Por mais racional que se queira ser na análise de uma obra de inegável importância histórica, é impossível escapar às constantes viagens a um tempo que deixou marcas muito negativas na atmosfera relacional e organizacional das escolas públicas e que levará anos a ultrapassar. Olhando a esta distância, mais se eleva a capacidade de um grupo profissional para resistir a uma confessada guerra em nome das denominadas "Novas Políticas de Gestão Pública" que rapidamente se transformaram, como aconteceu com a tragédia da France Telecom, numa espécie de totalitarismo por via administrativa.

 

Como se imagina, transcrever as passagens mais significativas é uma impossibilidade. Todavia, o Paulo Guinote (2016:61) diz assim: "(...)Em defesa dos professores, durante muito tempo, as vozes seriam escassas e poucos eram os que ousavam sair do alinhamento definido na 5 de Outubro e São Bento; José Gil e Manuel António Pina eram duas notáveis excepções:(...)"

 

E quase a terminar, o Paulo Guinote (2016:321) conclui: "(...)Ao contrário dos que temeram que a abertura da discussão e do debate acentuasse divisões na classe docente, a realidade demonstrou que é mais eficaz a mobilização de um grupo profissional informado, esclarecido e seguro das suas opções do que uma massa acrítica e informada de forma enviesada. A transparência e o rigor são armas mais eficazes para a mobilização do que a névoa e o facciosismo.(...)"

 

O Paulo Guinote (2016:43) inclui o seguinte post do Correntes"Professores a caminho - Caldas da Rainha, 6 de Março de 2008".

 

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Domingo, 06.03.16

 

 

 

 

Numa sexta-feira às 21h00, e a abrir um ciclo de conferências integrado na formação contínua da congeladíssima carreira dos professores e abrangido por um modelo de avaliação do desempenho que faz tudo menos o que transporta no nome, é reconfortante encontrar um auditório quase cheio e que se aguentou até perto das 24h00. Foi muito agradável ser convidado por pares e ter o Paulo Guinote também como conferencista. O assunto, "O papel da comunicação na valorização da profissionalidade docente", tem variados ângulos de análise e é muito interessante. As abordagens centraram-se numa breve caracterização do tempo que vivemos, no conceito de comunicação dirigido para o fenómeno da blogosfera e na relação com os fundamentos da profissionalidade docente. As imagens são do Nicolau Borges, director do CFAE-Oeste.

 

 

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Sexta-feira, 04.03.16

 

 

 

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Segunda-feira, 15.02.16

 

 

 

Dá ideia que o post mais abaixo do Paulo Guinote lançou uma reflexão sobre o estado da blogosfera docente e outros bloggers têm dado a sua opinião. Agradeço mesmo todas as referências ao papel do Correntes. Os interessados podem consultar as ligações seguintes:

 

AnabelaMagalhães - Blogosfera Do(c)ente? Orgulho e lamento

BravioEspécie de carta aberta aos bloguistas da Educação

ComRegras - Blogosfera para que te quero



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Sábado, 13.02.16

 

 

 

Blogosfera Do(c)ente?

 

 

 

Gostei de ler a referência ao Correntes. O novo blogue do Paulo Guinote não é a continuidade da "Educação do meu umbigo", mas já entrou no registo que exige a visita diária e ainda bem.



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Quarta-feira, 30.12.15

 

 

 

 

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Gosto de ter um blogue e existem possibilidades relacionais com as redes sociais que doutro modo seriam improváveis. Uso esta forma, o email, para desejar as boas festas a familiares, amigos de sempre ou mais recentes, reais ou virtuais e também a quem passe pelo blogue, twitter ou facebook. Se o leitor não está com pressa, e mesmo que não nos conheçamos, vá até ao fim que a edição é dedicada a quem anda no mundo com boa vontade.

 

A actualidade assumiu a voracidade da simplificação, a atmosfera relacional tem contorno diferentes, mas as emoções resistem às tendências e ligam as pessoas aos sentimentos de amizade e respeito pelo próximo.

 

Percorri o ano.

 

Em termos de saúde, que é afinal o mais importante, as notícias foram positivas.

 

Em termos profissionais, e pensando no mote principal do blogue, mantém-se inabalável a defesa constitucional da escola pública como instrumento da igualdade de oportunidades. As perplexidades derivadas da invasão de práticas neoliberais merecem dois comportamentos: firmeza e paciência.

 

Escolho um vídeo que o meu pai gostasse de ouvir. Sou adepto da esperança e "Hope of deliverance", do ex-Beatle Paul McCartney, cumpre a opção.

 

Boas festas e aquele 2016.

 

 



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Sábado, 03.10.15

 

 

 

 

Um amigo de infância e adolescência enviou-me esta fotografia. É mais uma boa memória. Reconheço todos, estou ali no meio (de blusão) e quem me enviou a foto está à minha esquerda.

 

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Segunda-feira, 13.04.15

 

 

 

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Muito boa entrevista.

 

"(...)Numa entrevista que deu recentemente pareceu estar desiludido, cansado... 

É uma mistura de tudo. Houve uma altura em que se sentiu que talvez fosse possível mudar a forma como se discutia a educação. Passado um punhado de anos, percebi que é como a história do pântano: há umas ondas e depois começa a acalmar, até que olhamos à volta e estamos iguais ao que estávamos há dez anos. Eu era mais um que andava aqui no meio.(...)"



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Terça-feira, 07.04.15

 

 

 

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Chaves. Março de 2015. Fotografia tirada numa margem do rio Tâmega enquanto degustava um inigualável presunto (pode também perguntar pelo caminho para S. Lourenço e, encontrado o destino, entrar no Solar do Presunto do lado esquerdo no sentido de Valpaços) e que se pode observar na imagem abaixo.

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Este post será também o dia 3 do desafio proposto pelo Paulo Guinote no facebook: colocar uma paisagem por dia, durante 3 dias e, por cada uma, desafiar 3 amigos.

 



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Segunda-feira, 06.04.15

 

 

 

 

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Vila Nova de Gaia. Abril de 2015. Fotografia tirada numa esplanada na ribeira do Porto e numa sexta-feira santa. Como degustava a francesinha que pode ver na imagem abaixo (com um não convencional sumo de laranja no molho com um resultado óptimo), aproveitei as vantagens tecnológicas, paguei o IMI e um IUC e aqui estou.

 

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Este post será também o dia 2 do desafio proposto pelo Paulo Guinote no facebook: colocar uma paisagem por dia, durante 3 dias e, por cada uma, desafiar 3 amigos. 



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Sábado, 04.04.15

 

 

 

 

 

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Boticas. Trás-os-Montes. Março de 2015. Fotografia tirada do 1º andar do Centro de Artes Nadir Afonso. Estava sentado dentro do bloco que se vê na imagem abaixo. Num autêntico dia de verão, à visita seguiram-se uns inesquecíveis pregos no pão com carne barrosã.

 

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Este post será também o dia 1 do desafio proposto pelo Paulo Guinote no facebook: colocar uma paisagem por dia, durante 3 dias e, por cada uma, desafiar 3 amigos. 



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Sexta-feira, 27.03.15

 

 

 

Quem quiser conhecer a História da Educação no que levamos de milénio terá de passar horas sem fim à volta do blogue do Enorme Paulo Guinote.

 

Sou seu amigo e respeito a decisão. Como é costume, deixei vários posts temporizados para estes dias e só interrompi o descanso porque o Umbigo é o que se sabe.

 

Voltarei ao assunto com mais tempo, mas se alguém se dedicar a estudar o que aconteceu à vidinha deste género de bloggers perceberá os tiques da crise da democracia que estamos a construir. Até já Grande Che (e desculpa as inconfidências).

 

 

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Domingo, 11.01.15

 

 

 

 

 

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Segunda-feira, 13.10.14

 

 

 

 

Como cedo se começou a perceber, a dificuldade deste MEC em lidar com fenómenos numéricos e concursos públicos não se remeteu ao erro na fórmula.

 

O Nuno Rolo enviou-me uma tabela, acompanhada das resspectivas explicações, com colocações duplicadas na última reserva de recrutamento (RR3). São colocações em escolas que não são TEIP nem têm contrato de autonomia.

 

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Quarta-feira, 01.10.14

 

 

 

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Segunda-feira, 22.09.14

 

 

 

 

Do grupo que há pouco mais de dois anos esteve pela Bairrada, faltam o Nuno e o Abel do Ad Duo (encerrado), o Nuno Domingues do Educar a Educação (hibernado) e o Fafe que edita no blogue do Paulo Guinote.

 

A edição do DN de hoje inclui a peça seguinte da autoria da jornalista Patrícia Jesus a quem agradeço a atenção.

 

 

 

 

 

 

 

 Diário de Notícias, 22 de Setembro de 2014.

 

 

A blogosfera dos professores é feita, naturalmente, de muitos outros blogues e de todos os que ajudam a manter a chama.

 

 

 



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O quarteto que dá voz aos professores na internet

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Quarta-feira, 20.08.14

 

 

 

"O CEO da Covey Leadership Center e líder do Global Speed of Trust Practice já integrou a lista dos 25 americanos mais influentes da revista Time e esteve em Lisboa para a Happy Conference, onde falou sobre a importância vital da confiança no poder das organizações."(esta frase é duma edição impressa da Pública e foi uma cortesia do José Mota).

 

A confiança é a moeda essencial para a economia. Nos sistemas escolares é a palavra chave desde há muito. A confiança nos professores é decisiva para eliminar a má burocracia. A palavra de um professor vale menos do que um qualquer relatório, mesmo que seja um "copiar e colar". A quebra de confiança reflecte-se na disciplina na sala de aula. A constante degradação mediática da imagem dos professores só é superada pelas políticas que os desacreditam nas organizações escolares. É um ranking ensandecido. Tudo começa no estatuto do aluno, passa pelo dos professores e pela sua avaliação e prossegue nos modelos de gestão escolar. Se para Stephen Covey é esse o caminho que existe, para o sistema escolar trata-se de o recuperar. Quanto mais tarde o fizermos, mais depauperada ficará a democracia.



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Sábado, 16.08.14

 

 

 

 

 

 

 

Algures no litoral oeste de Portugal. Agosto de 2014.

 

 

 



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Segunda-feira, 05.05.14

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 

"Estimados amigos,

O meu documentário "A Cantiga Era uma Arma", sobre os músicos e as músicas do 25 de Abril e do PREC, e com intervenções de Carlos Alberto Moniz, Ermelinda Duarte, Fausto, Fernando Tordo, Francisco Fanhais, José Jorge Letria, José Mário Branco, Luís Cília, Manuel Freire, Maria do Amparo, Paulo de Carvalho, Samuel e Sérgio Godinho, além dos já desaparecidos Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso e José Carlos Ary dos Santos, estreia-se na RTP2 a 6 de maio (terça-feira próxima) pelas 23h30. Segue aqui a introdução. Agradeço que divulguem.
Abraços,

Joaquim Vieira"
Pré-genérico (3.36 minutos) do documentário.


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Segunda-feira, 28.04.14

 

 

 

Participei na sessão, começou com um jantar, que o CFAE Oeste (centro de formação de associação de escolas que inclui Caldas da Rainha) organizou para comemorar os 40 anos do 25 de Abril. Seguiu-se uma bonita, e muito significativa, jornada evocativa que decorreu no auditório da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro e que terminou com o coro da EBI de Santo Onofre. Os Pastelinhos de Belém estiveram ao melhor nível como comprova o vídeo que se segue.

 

 

 



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Sábado, 26.04.14

 

 

 

 

 

É hábito dizer-se nas efemérides que a repetição diária depende da vontade, mais da boa-vontade, claro, de cada um. Sabemos que nem sempre é suficiente.

 

Recebi uma imagem do 25 de Abril por contributo do AM e só hoje a consigo publicar. Está justificado.

 

 

 

 

 

 

 

 



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Quarta-feira, 23.04.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi bonita e cheia de significado a homenagem de ontem, no parlamento, ao "Deputado Capitão de Abril" António Marques Júnior. As intervenções foram interessantes, mas registei a de Vasco Lourenço. "(...)Em nome dos capitães de Abril, Vasco Lourenço, presidente da Associação 25 de Abril, recordou um dos seus "maiores amigos da vida", mas declarou que Marques Júnior foi "maltratado em vida" e "não foi aproveitado como devia ser".(...)" é o destaque do Público.

 

 

 

 

 

Mas Vasco Lourenço disse mais e foi contundente. Marques Júnior faleceu em 31 de Dezembro de 2012 e presidia ao Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações, o conhecido SIS. Como todos se recordam, até essa data o SIS abria os telejornais, era objecto das mais variadas desconfianças e tinha sérios problemas de fiscalização. Após o falecimento de Marques Júnior imperou o silêncio e desapareceu o "massacre mediático". Ou seja, e segundo Vasco Lourenço, o "Deputado Capitão de Abril" era o "problema" que importava resolver. As afirmações do presidente da Associação 25 de Abril são factuais e os familiares e amigos de Marques Júnior confirmam a saturação e o sofrimento causado pela situação vigente na democracia portuguesa.

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 22.04.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Segunda-feira, 21.04.14

 

 

 

 

 

Já assisti a duas sessões em que esteve bem presente o espírito do 25 de Abril de 1974. A celebração do 16 de Março nas Caldas da Rainha em que foi orador Joaquim Vieira (preso político e exilado em Paris nessa altura) e o lançamento do livro "Os rapazes dos tanques", no CCC das Caldas da Rainha, de Alfredo Cunha e de Adelino Gomes.

 

Amanhã espero estar no parlamento para assistir à homenagem ao capitão de Abril António Marques Júnior.

 

 

 

A Assembleia da República homenageia António Marques Júnior, com o lançamento do opúsculo António Marques Júnior: Homenagem ao “Deputado Capitão de Abril”. A presidente da Assembleia da República preside a esta cerimónia que conta com a presença de Vasco Lourenço, Maria de Belém Roseira, José Magalhães e Luísa Marques Júnior.

 

 

 

No dia 25 de Abril estarei no Largo do Carmo, às 11h00, onde as celebrações não terão a presença de pessoas muito contrariadas.

 

 



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Domingo, 20.04.14

 

 

 

 

 

As memórias, a individual e a colectiva, têm um recuo limitado. Vivemos mergulhados nos significados do 25 de Abril de 1974 que conquistou a admiração dos bem-aventurados espalhados pelo mundo conhecido. Contudo, é difícil atribuir à revolução dos cravos a inspiração de um estrangeiro; o mundo descoberto é pequeno, os factos assemelham-se em latitudes diversas e a memória histórica só regista o ínfimo pedaço acima da linha de água e para cá do horizonte.

 

A semana ficou também marcada por Gabriel García Márquez. O seu "O outono do patriarca", publicado em 1975, tem muito para sugerir apropriações históricas e de facto. O romance anterior, esse intemporal "Cem anos de solidão", inscreveu sete anos na expectativa do seguinte. 

 

Por tudo o que foi escrito, e para os que têm pouca memória do que obrigou ao 25 de Abril de 1974, deixo a caracterização do Público para a edição que tenho por aqui.

 

 

 

 

 

 

 

Entretanto, fiz uma arrumação sistémica de Gabriel García Márquez e coloquei todas as suas obras na mesma prateleira. O difícil é mesmo escolher, realmente.

 

 

 

 

Devo confessar que a tarefa que descrevi foi algo afectada com o que verá na imagem seguinte que obrigou ao acompanhamento com arroz basmati, paparis e outras coisas que tais.

 

 

 

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 15.04.14

 

 

 

 

 

 

Era o 1 de Abril de 2014 e o email pedia respostas com urgência. Estava em causa o preenchimento de uma página da edição seguinte e as respostas não apareciam. De repente pensei que fosse uma partida. Não era. Respondi sobre automóveis e deixo o registo como uma espécie de arquivo.

 

 

 



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Segunda-feira, 31.03.14

 

 

 

 

blogue "educar a Educação" interrompeu a publicação de posts. É uma perda para a blogosfera que se dedica ao sistema escolar. Desejo os melhores sucessos pessoais e profissionais ao Nuno Domingues.



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Quarta-feira, 12.03.14

 

 

 

 

Um blogue é também um registo algo intimista que nos permite arquivar acontecimentos para memória futura.

 

No dia 18 de Dezembro de 2013, e conforme o prometido, voltei à Mais Oeste Rádio para uma hora de conversa com Jorge Santos (um ex-aluno dos primeiros tempos nas Caldas da Rainha e é mesmo uma viagem no tempo ser entrevistado nessas circunstâncias) e com o José Ramalho do CCC das Caldas da Rainha com quem me habituei a ter conversas muito interessantes. A entrevista acabou por se prolongar por duas horas e passei um bom bocado. O Jorge Santos fez o favor de colocar o áudio no youtube e de me enviar os links (um para cada hora) que permite ouvir e arquivar.

 

 

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Quarta-feira, 05.03.14

 

 

 

 

 

 

 

O ensaio de Paulo Guinote, "Educação e liberdade de escolha", editado pela FFMS, é fundamental para quem se interessa pelo assunto. Como o autor escreve, o ensaio não se resume a uma colecção de textos do blogue. É evidente que os leitores do "A Educação do meu umbigo" não estranharão os argumentos, mas a obra organiza e sistematiza a questão de um modo claro e distanciado sem, contudo, deixar de tomar uma posição fundamentada.

 

A introdução (Liberdade e Educação) e o concluindo, são textos que iluminam o núcleo da obra que consiste em três liberdades, digamos assim: "na sala de aula", "na organização das escolas" e "de escolha no sistema educativo".

 

Antes da "chegada" do mercado total, a liberdade na sala de aula (de aprender e ensinar e por aí fora) era o cerne da discussão. As outras duas obedeciam também a muita investigação no sentido da melhor gestão das escolas e dos sistemas, da eliminação dos desperdícios, da elevação da qualidade de ensino e do sucesso escolar e do combate ao abandono escolar. Mas a tal chegada do mercado total incluiu o que estamos fartos de saber: a ganância, mesmo que muito difarçada, que tem proporcionado autenticas perdas de tempo, muito desperdício financeiro e atrasos civilizacionais.

 

 

 

 

 

Da introdução retirei o seguinte nas páginas 12 e 13.

 

 

 

 

 

 

Do concluindo retirei o seguinte nas páginas 102 e 103.

 

 

 

 

 

 

 

 



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Quinta-feira, 26.12.13

 

 

 

 

 

 

"Mal D´Amores" é o primeiro livro de João Daniel Pereira, da comissão de representantes do movimento "Em defesa da escola pública no Oeste". Li nestes dias e recomendo. Pode encomendar no site da Chiado Editores.

 

O livro foi apresentado nas Caldas da Rainha.

 

 

 

 

 

Encontrei no facebook do autor o primeiro texto do livro.

 

 

 

 



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Sexta-feira, 20.12.13

 

 

 

 

Já lá vão uns anos a utilizar este modo de desejar as tradicionais Festas Felizes aos que passam por aqui e às pessoas que constam da lista de emails que fui organizando no blogue. Acima de tudo, deseja-se que 2014 nos ilumine de alguma forma. Os tempos são o que são e a saúde será sempre o bem mais precioso.

 

Passei uma semana algo cansativa, pois para além das tarefas profissionais desdobrei-me em conversas sobre Educação. O estado da escola pública é o que se conhece. Este vórtice que acelera o tempo e que nos faz andar muito e depressa também nos remete para uma espécie de círculo: o ponto de chegada assemelha-se ao de partida. Contudo, um optimismo, mesmo que algo realista, deve acender a palavra que nunca nos devemos cansar de repetir: esperança.

 

Boas festas e um feliz 2014.



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Sábado, 26.10.13

 

 

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação que faço com todo o gosto.

 

 

 

 

 

 

 

 

Site da escola aqui.

 

 



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Segunda-feira, 23.09.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 

"Amigo(a)s,


Tenho várias toneladas de Pêra Rocha ainda nas árvores e não posso entregar na FrutaOeste porque o calibre só ronda 50/55. É muito pequena, não pagam nada e ainda tendo de pagar 10 cêntimos pelo frio .

Por isso venham à Quinta do Infesto - Carvalhal - Torres Vedras. Podem desfrutar de ar puro e trazer filhos e netos .

Durante esta semana podem colher a pêra e acreditem que se me derem 0,25 cêntimos o Kilo ainda vos ofereço uns kilitos de borla.


Como não gosto de ilegalidades passo factura. 

Se não for pedir demais solicitava a vossa partilha.


Muito obrigado a todos . 


Tm 96 261 46 86"

 




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Sexta-feira, 13.09.13

 

 

 

Foi uma semana muito preenchida. Para além das minhas novas realidades derivadas da agregação de escolas e que relatei aqui, surgiram uma série de incitativas mediáticas ligadas à defesa da escola pública e de que darei conta a seu tempo. Para além disso e ainda no fim da semana passada, organizei um Workshop integrado num conjunto de actividades onde fiz uma contratura muscular que me pôs de muletas. Ou seja, todo o desdobramento foi realizado em esforço suplementar e sempre à boleia.

 

Um blogue é também um registo algo intimista e que nos permite arquivar acontecimentos para memória futura. No meio de tanta tarefa, apareceu-me um convite da Mais Oeste Rádio para uma hora de conversa com Jorge Santos (um ex-aluno dos primeiros tempos nas Caldas da Rainha e é mesmo uma viagem no tempo ser entrevistado nessas circunstâncias) e com o José Ramalho do CCC das Caldas da Rainha com quem me habituei a ter conversas muito interessantes. Lá fui para os estúdios à boleia e as muletas não provocaram qualquer embaraço. Há cerca de 10 anos que não estava numa rádio e passei um bom bocado. O Jorge Santos fez o favor de colocar o áudio no youtube e de me enviar o link que permite ouvir e arquivar.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 18:32 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 11.09.13

 

 

 

 

 

Escolha de Leonor Tomaz



publicado por paulo prudêncio às 09:15 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 11.06.13

 

 

 

 

Estava, na última sexta-feira, à conversa com a CJ e o LR quando a CJ introduziu um tema que desconhecíamos: Vitor Gaspar justificara a ausência de investimentos com a meteorologia. Ficámos incrédulos e o riso acentuou-se quando o LR se recordou de uma estória semelhante: "O Willkommen Mr. Chance (de 1979 e vai em alemão porque sim)" com Peter Sellers.

 

Já vai ver o vídeo, e ler um resumo do filme, e perceber como um jardineiro isolado do mundo real, compulsivo no zapping televisivo, lento e monocórdico no discurso e que falava literalmente de jardins, conseguia impressionar os poderosos deste mundo que "liam" os seus discursos como metáforas (o LR disse-me há pouco que são mais alegorias com uma ou outra metáfora, o que no caso Gaspariano é ainda mais perigoso) políticas.

 

E não é que a seta vermelha que encontrei no Público do dia seguinte fez a mesma associação? Asseguro que foi uma coincidência, mas é muito significativo.

 

 

 

 

 

 

"Imaginemos que um homem foi criado, desde que se lembra, na casa de um homem rico, em Washington, DC, onde aprendeu a cuidar dos jardins e a aguardar que as refeições lhe fossem servidas por uma empregada, Louise, sendo esta a sua rotina, dia após dia, ano após ano, até aos seus cinquenta anos. Sem autorização para sair da propriedade, sem documentos para comprovar a sua existência legal, esse homem vive completamente a sua identidade de jardineiro, conhecendo o mundo apenas através dos inúmeros televisores com que o misterioso “senhor idoso” dono da casa, ao longo dos anos, o presenteou. Habituado a observar e a imitar o que vê, mas não a agir nem a interagir com pessoas, controla a realidade mudando de canal constantemente, mantendo uma expressão neutra e um discurso pausado, vazio e monocórdico. Agora imaginemos que o “senhor idoso” morre, que a empregada Louise se vai embora e que a casa é fechada, à ordem dos advogados encarregados de fazerem o inventário. E que quando os advogados chegam, encontram aquele homem na sala, sentado à mesa, a mudar os canais do televisor enquanto espera que a Louise lhe sirva o almoço. “Being There”, título original do romance de Jerzy Kosinski e desta longa-metragem, é o título certo e um grande título.

 

Finalmente despejado, aquele homem, Chance, pisa a rua, aos cinquenta anos, pela primeira vez na sua vida. À primeira vista, nada de mal se nota nele. Pelo contrário, está bem vestido, talvez demasiado bem vestido e certamente num estilo demasiado clássico, com aquele chapéu de feltro cinzento, aquela mala de crocodilo, o sobretudo e o guarda-chuva, mas, se o seguirmos com o olhar enquanto o vemos passar e o observarmos melhor quando ele está de costas, revelam-se-nos as calças curtas de mais que descompõem grosseiramente a ilusão de boa apresentação das restantes roupas do “senhor idoso” que ele era autorizado a vestir. Gelamos pela redefinição de solidão dada por aqueles passos sem destino, por aquelas perguntas patéticas, pelas tentativas de mudar a realidade desagradável com o telecomando de televisor que trazia no bolso.

 

Mais pungente ainda se torna tudo isto se soubermos que o actor que interpreta esta quase não-entidade, esta espécie de cidadania de grau zero de consciência, é Peter Sellers, celebrizado por figuras incrivelmente cómicas como Harry em “O Quinteto Era de Cordas” (1955), Clare Quilty em “Lolita” (1962), o Doutor Estranho Amor no filme com o mesmo nome (1964), o detective chinês Sidney Wang em “Um Cadáver de Sobremesa” (1976) e, sobretudo, o inspector Jacques Clouseau na série de filmes da Pantera Cor-de-Rosa (1963-1978).

 

Por esta composição, Peter Sellers recebeu a sua terceira nomeação para um Óscar (a primeira foi para o de melhor curta-metragem, a segunda foi para o de melhor actor principal em “Doutor Estranho Amor”), novamente para o de melhor actor principal, mas pela sua única interpretação num filme dramático, avaliada por muitos críticos como tendo sido a melhor de toda a sua carreira. Não só não ganhou o Óscar (em nenhuma das ocasiões) como, cerca de dois anos depois de concluída a rodagem de “Bem-Vindo Mr. Chance”, morreria em consequência de ataque cardíaco, aos 54 anos.

 

É natural que o excelente cómico tenha ofuscado o actor dramático desta obra estranha de um Chance, "gardner" (jardineiro) transformado acidentalmente em Chauncey Gardiner, a cujo discurso vazio os poderosos acrescentam sentido, mas quer a vitória de um, quer a derrota do outro são peças preciosas para o cinéfilo dos filmes sem idade."

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 11:24 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar


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