Em busca do pensamento livre.

Quinta-feira, 06.07.17

 

 

 

Uma aula foi de 50 minutos durante décadas. Em 1998, decidiu-se que era preciso "tempo de aula" e inventou-se a sessão de 90 minutos contabilizada como 2 aulas. Como havia disciplinas com 1, 3 ou 5 aulas semanais, criaram-se aulas de 45 minutos. Ou seja, a redução de 50 para 45 originou um irresolúvel imbróglio de 5 minutos (a bancarrota cíclica também tem causas endógenas) que transitou entre governos até Nuno Crato. Aí, os professores passaram a dar minutos em vez de aulas numa eloquente homenagem, em nome dos sucessivos ministros da educação, ao espírito anti-simplex. Gerou-se uma tortuosa contabilidade que os agentes escolares tentaram ignorar.

Quem lê o "despacho de flexibilização curricular" (blogue "Escola Portuguesa" de António Duarte) fica apreensivo. Por distracção ou desconhecimento, as matrizes curriculares projectam aulas de 50 com aulas de 45 em disciplinas do mesmo ciclo; a confusão será idêntica em ciclos diferentes que usem os mesmos espaços. Mas por que é que não se acaba com os horários ao minuto? Alunos, disciplinas e professores têm x aulas semanais (45 ou 50, ou 50 e ponto final) e ponto final. E as reduções dos professores? Se um professor lecciona 22 ou 25 aulas semanais, o seu posicionamento na carreira, e a sua idade, reduz-lhe y aulas por semana. Mas é preciso estudar regressões lineares múltiplas para simplificar estas variáveis? Entristece-me a sucessão de oportunidades perdidas. Ainda sobre o despacho (salvaguarda-se que é um projecto e que será testado - estarão em vantagem as escolas que o experimentem criticamente -), observa-se o "linguajar bem pensante dos excessos das ciências da educação", que persiste e aglutina o que tem más provas dadas, que se tornará um pesadelo em associação com os "atavismos das ciências da administração".

 

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publicado por paulo prudêncio às 13:09 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 23.09.16

 

 

 

 

A profissão de professor é, de longe, a mais escrutinada em Portugal. Até o verniz da bancocracia estalar de vez, era a culpada pelo estado da nação. A devassa permitiu tudo.

 

Uma hora escolar foi de 50 minutos durante décadas. No final do milénio passado, a duração passou para 45 ou 90. Ou seja: a redução de 50 para 45 originou um imbróglio lusitano de 5 minutos (já vai quase em 20 anos sem solução à vista). Crato equacionou a possibilidade dos 50 (mas cheia de perversidades), sem eliminar os 45 e os 90. Os horários dos professores passaram a ser contados ao minuto e os intervalos dos petizes a quimeras; valha-lhes não sei o quê e ficou tudo como estava. Se para que as escolas abram todas em Setembro não fossem suficientes alunos, professores, outros profissionais e horários, algumas estavam décadas a organizarem-se. 

 

Os ""Maluquinhos de Arroios", como lhes chamou, veja-se lá, Vasco Pulido Valente no Público, tiveram outra epifania: passar a hora escolar para 60 minutos. Andaram as escolas a operacionalizar a "possibilidade austeritária" que se esfumou de imediato por falta de racionalidade.

 

Se Vasco Pulido Valente escreveu (13 de Janeiro de 2013) o que pode ler a seguir, e que se mantém, é altura de interrogarmos o futuro imediato. 

 

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publicado por paulo prudêncio às 15:06 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 28.03.16

 

 

Este post é de 10 de Junho de 2009. Fico com a ideia que aquela inabalável ideia do safanço deve ser revista.

 

"É tal o estado a que chegou o sistema escolar em Portugal que não me lembro de outro ano assim (talvez aquela saga dos concursos com uma aplicação informática inenarrável tenha algumas semelhanças no domínio da incompetência técnica). Desalento, confusão, inacção e uma série de diplomas legais sem pés nem cabeça que a grande maioria não consegue cumprir e os que dizem que os executam fazem-no a fingir, por temor ou por oportunismo.

 

E lembrei-me de um pequeno vídeo, de cerca de 2 minutos, que nos pode dar alguma esperança e que sublinha um dos motes mais conhecidos da nossa organização: "lá nos havemos de safar"; é só ver o vídeo com atenção e dar asas à esperança.

 

Ora clique."

 



publicado por paulo prudêncio às 19:55 | link do post | comentar | ver comentários (9) | partilhar

Domingo, 13.01.13

 

 

 

 

 

Os professores são, de longe, a profissão mais devassada em Portugal. Há seis anos que o quotidiano é marcado pela sua avaliação, pelo que ganham, pelas horas que leccionam, pelo que deixam de ensinar, pelos privilégios e pelos despedimentos. São os primeiros culpados pelo estado da nação. Ainda no ano passado se confrontaram com um despedimento colectivo de 10000 pessoas e parece que nada aconteceu.

 

Esta devassa permite tudo e a qualquer um.

 

Uma hora escolar foi de 50 minutos durante décadas. No final do milénio passado, resolveu-se que a sua duração passaria para 45 ou 90 minutos. Ou seja: a redução de 50 para 45 minutos originou um imbróglio lusitano de 5 minutos que foi a preocupação primeira dos ministros e secretários que se seguiram. Com a chegada de Nuno Crato regressou a possibilidade dos 50, mas sem desaparecer a equação de 45 ou 90, e os horários dos professores passaram a ser contados ao minuto; valha-lhes não sei o quê.

 

Os ""Maluquinhos de Arroios", como lhes chama hoje Vasco Pulido Valente na impressa do Público, tiveram outra epifania: passar a hora escolar para 60 minutos. Andam as escolas a tentar operacionalizar a decisão de Crato e podem ver tudo esfumar-se com mais uma terraplenagem de gente ensandecida e muito atrevida.

 

Mas atenção: se até já Vasco Pulido Valente escreve o que pode ler a seguir, algo de importante estará para acontecer.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 19:07 | link do post | comentar | ver comentários (13) | partilhar

Sábado, 09.06.12

 

 



publicado por paulo prudêncio às 10:46 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 06.06.12

 

 

Há muito tempo que o denominado tempo superveniente (o que chega depois do outro ou de outra coisa; afinal, o coiso) entrou no metabolismo basal do MEC por causa da derrapagem nas contas, da desconfiança nos professores e da ignição ininterrupta dos complicómetros que ajudam a manter empregos sem sala de aula. 

 

Desde que se introduziram as aulas de 45 e 90 minutos que a saga prometeu eternizar-se. Por outro lado, só quem ande mais distraído é que se pode convencer que as escolas não andam há muito em "contenção de gastos".

 

Uma hora escolar, ou tempo lectivo, nunca foi de 60 minutos para institucionalizar a pausa e muito bem. Mas seria razoável que uma hora escolar, ou tempo lectivo, fosse considerada independentemente da decisão de cada escola: 45 ou 50 minutos. Haverá algum ser como um mínimo de sensatez que conceba que existam escolas a desenhar tempos lectivos sem intervalos a montante ou a jusante? Se há escolas nessa situação, é porque o desmiolo terá uma excêntrica explicação e todo a confusão à volta do assunto só nos deve envergonhar.

 

Bem sei que o corte na despesa no modelo português para além da troika só conhece os resgistos em cortes nos salários e nos subsídios, em desemprego, na subida de impostos e do IMI e por aí fora. No caso em apreço, da hora escolar, o registo é da mesma família só que atirado para uma sexta divisão. Quem conhece o sistema escolar sabe que era obrigatório que não fosse assim e que há muitas soluções por trabalhar.

 

A comunicação social é também o retrato do país. Quando um jornal de referência faz uma primeira página como pode ver (não consegui melhorar a imagem), concluímos que o nosso terceiro lugar no clube da bancarrota obriga-nos a uma visita recheada de curiosidade científica aos dois primeiros. Havemos de atingir o pico, que ninguém se sobressalte.

 



publicado por paulo prudêncio às 19:04 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

Quando decidi criar a etiqueta 5 minutos no arquivo dos posts no blogue, ainda hesitei. Mas quem for ler os textos e se dedicar a estudar mais esta originalidade lusitana, verificará que o problema do tempo curto é um espelho da traquitana do MEC e das suas ramificações e perceberá a minha decisão. Andamos há catorze anos a discutir se uma hora escolar tem 45 ou 50 minutos. Leu bem, não sorria. É uma espécie de TMG num meridiano marciano.

 

Já não chegavam os amontoados de escolas fora de horas (tipo guião para um 5 para a meia-noite), o aumento do número de alunos por turma, como panaceia lida nos acessos exclusivos do ministro, e a enésima matriz curricular, para termos agora uma balbúrdia à volta das horas escolares que estão, em nome de uma eufemística flexibilidade, a ser marteladas com uma aritmética que se resume ao objectivo não declarado de esmifrar o número de professores.

 

Mais tarde, lá para Novembro, até vai ser engraçado ver os mapas da Inspecção-Geral da Educação onde se lançarão, e explicarão, as diversas decisões flexíveis. Desculpem a repetição, mas é sempre nestes momentos que não me escapa o óbvio: não podíamos escapar à bancarrota.

 

Matrizes curriculares voltam a ter tempos de 45 minutos



publicado por paulo prudêncio às 11:15 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Terça-feira, 05.06.12

 

 

 

Despacho Normativo N.º 13-A/2012 – Organização Do Ano Lectivo 2012/13 

 

 

Artigo 4º

(…)

8 — Com vista a melhorar a qualidade da aprendizagem, e desde que a escola disponha das horas necessárias para o efeito, o diretor pode promover:
a) A coadjuvação na área curricular de Expressões, do 1.º ciclo, por parte de professores de outros ciclos e níveis de ensino pertencentes ao agrupamento;
b) A coadjuvação em qualquer disciplina dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário de entre os docentes a exercer funções na escola;
c) A permuta da lecionação das áreas curriculares de Matemática e ou Língua Portuguesa, do 1.º ciclo, entre pares de professores do mesmo estabelecimento de ensino, nas situações em que tal se adeque ao perfil dos respetivos docentes.

(…)

11 — Na definição das disciplinas de oferta de escola é prioritária e determinante a racional e eficiente gestão dos recursos docentes existentes na escola, designadamente dos professores de carreira afetos a disciplinas, áreas disciplinares ou grupos de recrutamento com ausência ou reduzido número de horas de componente letiva.

(…)

Artigo 8.º
Componente letiva dos docentes
1 — A componente letiva, a constar no horário semanal de cada docente, encontra -se fixada no artigo 77.º do ECD, considerando -se que está completa quando totalizar 25 horas semanais, no caso do pessoal docente da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, ou 22 horas semanais (1100 minutos), no caso do pessoal dos restantesvciclos e níveis de ensino, incluindo a educação especial.
2 — O serviço letivo resultante dos grupos e turmas existentes em cada escola ou agrupamento tem prioridade sobre qualquer outro para efeitos do preenchimento da componente letiva a que cada docente está obrigado pelo disposto nos artigos 77.º e 79.º do ECD.
3 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, podem ser utilizadas até 2 horas (100 minutos) da componente letiva para:
a) Prestação de apoio aos alunos;
b) Dinamização de grupo/turma de modalidades de desporto escolar.
4 — A componente letiva de cada docente dos quadros tem de estar totalmente completa, não podendo, em caso algum, conter qualquer tempo de insuficiência.
5 — Para os efeitos previstos no número anterior, utilizam -se atividades letivas existentes na escola ou agrupamento, designadamente substituições temporárias, lecionação de grupos de alunos de homogeneidade relativa em disciplinas estruturantes, reforço da carga curricular de quaisquer disciplinas, atividades de Apoio ao Estudo ou outro tipo de apoio ou coadjuvação.
6 — O previsto na alínea b) do n.º 3 não prejudica as regras a definir em despacho do membro do Governo responsável pela área da educação.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 22:10 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 29.05.12

 

 

 

Ministro afirma não saber quantos professores vão ficar de fora em 2012/13

 

"O ministro da Educação, Nuno Crato, afirmou hoje que não faz ideia de quantos professores contratados ficarão fora do ensino no próximo ano letivo, indicando como "fantasiosos" os receios de que sejam "dezenas de milhares". (...) "Não sei responder. Preciso de saber os horários que vêm das escolas e o número de alunos que se matricula", indicou.

(...)Quanto aos professores do quadro que serão postos em mobilidade especial por falta de horários, Nuno Crato afirmou que o objetivo do governo é que "nenhum" fique nessa situação.

(...)Nuno Crato afirmou que, nesta ou na próxima semana, estarão prontos os despachos da revisão curricular e de organização do próximo ano letivo, "perfeitamente a tempo" de as escolas o usarem.(...)"

 

É impressionante como se fazem estas afirmações, mesmo que verdadeiras.

 

Uma qualidade que um ministro não deve esquecer é colocar-se no lugar dos que são atingidos com as suas decisões. Desconheço as implicações troikanas, mas era minimamente avisado parar com tudo isto (mega-agrupamentos, estrutura curricular e por aí fora) e concluir o processo (como Kafka é intemporal) entre Outubro e Dezembro de 2012.

 

Pode ver a versão vídeo (menos de 5 minutos), encontrado neste post do Paulo Guinote.

 



publicado por paulo prudêncio às 21:35 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Segunda-feira, 28.05.12

 

 

 

O pequeno vídeo que escolhi retrata o eterno estado do sistema escolar e pode ser repetido todos os anos por esta altura. Há anos que é assim. Como a Educação nos países como o nosso é uma coisa secundária, qualquer Governo pode "reformar" que só prestará contas se os professores forem "corporativos". Só mais duas pequenas ironias antes da passar ao vídeo: tenho consciência dos riscos que corro ao passar um vídeo destes e tenho tido o cuidado de escolher vídeos que não ultrapassem os cinco minutos para respeitar a questão chave do nosso sistema escolar.

 

 



publicado por paulo prudêncio às 11:46 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 27.05.12

 

 

 

Kyrie Irving, um jogador da NBA, gravou uma publicidade para a Pepsi com imensa piada. Caracterizaram-no como se estivesse na terceira idade e levaram-no para um espaço de basquetebol de rua. Começou a jogar num ritmo adequado à sua avançada idade e abriu, paulatinamente, o "livro", como de diz na gíria. Os jovens jogadores nem queriam acreditar no que estavam a ver.

 



publicado por paulo prudêncio às 11:42 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Sábado, 26.05.12

 

 

 

 

 

Sabemos que cinco minutos a mais ou a menos, principalmente nos somatórios do universo lusitano, podem satisfazer objectivos da austeridade sem visão. Quando em 1998, e no âmbito da reorganização curricular, se achou que as aulas deviam passar de cinquenta minutos para quarenta e cinco (ou noventa), ficaram cinco minutos em transe que geraram acesas polémicas, reuniões acaloradas e telefonemas sem fim. Era mais um sinal do estado a que havíamos de chegar. Confesso que sempre tive alguma dificuldade em explicar o fenómeno a quem não dominasse o sistema escolar sem que corasse ou nos desatássemos a rir.

 

O que não esperava é que, 14 anos depois, ainda andaríamos à volta dos 300 segundos e que nem um especialista em matemática ilimitada conseguisse encontrar o algoritmo em forma de remédio. Não foi ainda desta vez. Apesar da nova estrutura curricular ter algumas potencialidades em matéria de tempo, comprova-se que o que existe eliminou a possibilidade de pensar. Desconfio que a nova formulação garantirá mais uns empregos na OCDE.

 

Há tempos, comecei um post, reformas e remédios (1), que ainda não contemplava o imbróglio que nos retrata na perfeição e que começou assim:

 

A febre reformista no sistema escolar em Portugal não é nova: é mesmo imparável. O que é engraçado, e com o passar do tempo, é que vemos recuperar ideias antigas como se de grandes novidades se tratassem. Parece um percurso circular.

Escrevia, algures em 1998, uns textos para uma revista sobre educação e o coordenador pediu-me que inscrevesse algumas ideias sobre o assunto. Lembrei-me dos remédios. Fui ler a literatura do “Benuron” - medicamento para todas as dores e para todas as maleitas gripais e constipais - peguei no seu modelo organizativo e fui andando. Foi uma noite bem passada. Quase 13 anos depois, e aproveitando as competências do meu blog, publico-as de novo. Só dois detalhes antes de começar: se em 1998 era possível este grau de má burocracia e eduquês, não é de admirar que com mais 13 anos intensivos isto tivesse chegado a este estado.

 

 

A versão 2, confesso que saiu mais a pedido e uns anos depois, incluiu, todavia, o tal desmiolo que se tornou um clássico e que promete mais uns anos investigativos até que a solução nos coloque fora das ameaças externas.

 

5 minutos.

Registo da patente: ano de 1998, por decisão da Secretária de Estado Ana Benavente. 

Composição: 5 minutos de redução por cada hora escolar. Como cada hora escolar era de 50 minutos, (decisão que, ao que se julga saber, foi tomada pela escriturária do Ministro da Educação do Governo de 1963 - José Hermano Saraiva - que, definitivamente, não tinha queda para as operações matemáticas com cálculos das unidades de tempo mas... uma vez decretado, para sempre decretado) a sua inovadora redução para 45 minutos está já a ser considerado um problema só comparável à eternamente inacabada Igreja da Sagrada Família, em Barcelona.

Indicações terapêuticas: garante-se o sucesso escolar, pleno.

Contra-indicações: considerando a sua estonteante capacidade de absorção, aconselha-se a sua administração depois da elaboração de um cuidado plano de generalização - tem passado de Ministro em Ministro e ainda nenhum conseguiu encontrar a sua simbiose associativa a um inibidor ou a um retardador -.

Precauções especiais de utilização: não pode ser utilizado em períodos de 4 minutos e 36 segundos.

Prazo de validade: 30000000000000 exactos segundos.


publicado por paulo prudêncio às 18:50 | link do post | comentar | ver comentários (1) | partilhar


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25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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