Em busca do pensamento livre.

Sexta-feira, 12.05.17

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 25.04.17

 

 

 

Abril foi por acaso, mas fiz uma espera para que 25 fosse o primeiro dia. Gosto de ter um blogue - esses clássicos da publicação digital -  e que o "Correntes (em busca do pensamento livre)" faça anos hoje. Mantenho o ritmo diário de publicação. Este é o post 9494 e partilhei alguns textos no twitter ou no facebook. 13 anos depois, agradeço mesmo pela atenção.

 

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Segunda-feira, 24.04.17

 

 

 

 



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Quinta-feira, 07.07.16

 

 

 

Pode ver aqui um vídeo interessante do Expresso sobre Salgueiro Maia.

 

"A história definitiva do homem certo no sítio certo no dia certo. Que falava alto, que cantava desafinado, que não se encolhia, que foi maltratado depois de protagonizar História, que enganou enquanto pôde o que a tristeza lhe tirou na infância e na morte – o direito a ter o que é devido. Um herói português."

 

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Segunda-feira, 25.04.16

 

 

 

"Em Portugal sabiam tudo, não tinham dúvidas e nem sequer podíamos fazer perguntas. Cheguei a Londres, fui investigar com os melhores do mundo e eles nada sabiam, estavam cheios de dúvidas e ávidos de quem os questionasse", foi mais ao menos assim que a investigadora da área de medicina descreveu a mudança da Faculdade de Medicina de Lisboa para o mais conceituado centro de investigação, na Grã-Bretanha, durante a ditadura portuguesa (finais dos anos sessenta).

 

É um retrato significativo. O país das trevas, do analfabetismo, da pobreza e dos sabichões, poucos, que constituíam a "elite", não desapareceu. Mais de quarenta anos depois, e com avanços inquestionáveis, Portugal ainda tem que gramar com a presença, por vezes devastadora, dos que sabem tudo. É evidente que evoluíram e até revelam uma ignorância: a atmosfera descrita pela investigadora.

 

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Não escolhi Abril, mas depois o 25 foi intencional. Gosto que o Correntes faça anos no 25 de Abril. Obrigado pela atenção.

 

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Quinta-feira, 06.08.15

 

 

 

"Em Portugal sabiam tudo, não tinham dúvidas e nem sequer podíamos fazer perguntas. Cheguei a Londres, fui trabalhar como investigadora com os melhores do mundo e eles nada sabiam, estavam cheios de dúvidas e ávidos de quem os questionasse", foi mais ao menos assim que uma investigadora da área de medicina descreveu a sua mudança da Faculdade de Medicina de Lisboa para o melhor centro de investigação no mundo, situado na Grã-Bretanha, durante a ditadura portuguesa (finais dos anos sessenta, princípios dos anos setenta).

 

Este retrato é significativo. O país das trevas, do analfabetismo, da pobreza e dos sabichões, poucos, que constituíam a "elite", não desapareceu. Quarenta anos depois, e com avanços inquestionáveis, Portugal ainda tem que gramar com a presença dos que sabem tudo.



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Sábado, 25.04.15

 

 

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Foi Abril e até podia ter sido noutro mês, mas depois o 25 foi pensado. O "Correntes - em busca do pensamento livre" comemora hoje 11 anos.

 

Tinha outro título em mente. Não me lembro qual, mas recordo-me que estava ocupado. Os planos B, C e D também. Na altura, preparava qualquer coisa das correntes da pedagogia e a ideia da busca do pensamento livre está há muito enraizada.

 

É também uma homenagem ao 25 de Abril. Nada seria como é, e apesar de tudo, sem a coragem dos que o fizeram.

 

Mas o mais importante é que gosto de ter um blogue e de escrever e a rede blogosférica proporcionou-me amizades que doutro modo seriam improváveis.

 

Obrigado aos que passam por aqui.



publicado por paulo prudêncio às 09:55 | link do post | comentar | ver comentários (22) | partilhar

Sábado, 18.04.15

 

 

 

 

Sei que carece de valor empírico, mas vai: os recortes sobre ciência que pode ler eram muito mais difíceis se não fosse o 25 de Abril e a aposta na ciência. É também uma homenagem a Mariano Gago.

  

 

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 Jornal de Leiria, 11 de Setembro de 2014.

 

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 Jornal de Leiria, 19 de Março de 2015.



publicado por paulo prudêncio às 20:09 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Sexta-feira, 06.03.15

 

 

 

Quem diria que o país que há 41 anos era uma curiosidade turística porque mostrava uma revolução em curso que foi um momento de esperança inesquecível para quem a viveu, consegue, nesta altura, ter como ponto primeiro da sua agenda de preocupações educativas o insucesso escolar, a indisciplina e as faltas dos seus alunos na escolaridade obrigatória.

O que mais entristece, é que se explicarmos isto a um professor de uma qualquer sociedade europeia, encontraremos um ser que nos interrogará: "mas quem são os responsáveis pelas faltas dos alunos? A família? A comunidade local? E faltam injustificadamente? Os miúdos?".

 

Qualquer membro do mainstream (e na sua concepção mais lata que inclui todos os representados no parlamento e os seus familiares) apontará a escola e deixará o cidadão europeu ainda mais perplexo, mas com mais argumentos para perceber os desvarios das nossas eternas "elites".

 

E depois há quem queira detalhar e diga que a subida do insucesso escolar (ou do abandono, uma vez que ainda não percebi qual das patologias alarmou as mentes) no básico, por exemplo, se deve aos exames. É desconhecedor estabelecer uma relação directa, mas isso fica para outro post.

 



publicado por paulo prudêncio às 12:15 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 20.08.14

 

 

 

 

"Em Portugal sabiam tudo, não tinham dúvidas e nem sequer podíamos fazer perguntas. Cheguei a Londres, fui trabalhar como investigadora com os melhores do mundo e eles nada sabiam, estavam cheios de dúvidas e ávidos de quem os questionasse", foi mais ao menos assim que uma investigadora da área de medicina descreveu a sua mudança da Faculdade de Medicina de Lisboa para o melhor centro de investigação no mundo, situado na Grã-Bretanha, durante a ditadura portuguesa (finais dos anos sessenta, princípios dos anos setenta).

 

Este retrato é significativo. O país das trevas, do analfabetismo, da pobreza e dos sabichões, poucos, que constituíam a "elite", não desapareceu. Quarenta anos depois, e com avanços inquestionáveis, Portugal ainda tem que gramar com a presença, por vezes devastadora como se tem comprovado, dos que sabem tudo. É evidente que evoluíram e até revelam uma ignorância: a atmosfera descrita pela investigadora.

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 11:31 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 05.05.14

 

 

 

 

Recebi por email com pedido de divulgação.

 

 

"Estimados amigos,

O meu documentário "A Cantiga Era uma Arma", sobre os músicos e as músicas do 25 de Abril e do PREC, e com intervenções de Carlos Alberto Moniz, Ermelinda Duarte, Fausto, Fernando Tordo, Francisco Fanhais, José Jorge Letria, José Mário Branco, Luís Cília, Manuel Freire, Maria do Amparo, Paulo de Carvalho, Samuel e Sérgio Godinho, além dos já desaparecidos Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso e José Carlos Ary dos Santos, estreia-se na RTP2 a 6 de maio (terça-feira próxima) pelas 23h30. Segue aqui a introdução. Agradeço que divulguem.
Abraços,

Joaquim Vieira"
Pré-genérico (3.36 minutos) do documentário.


publicado por paulo prudêncio às 10:28 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 28.04.14

 

 

 

 

"Em Portugal sabiam tudo, não tinham dúvidas e nem sequer podíamos fazer perguntas. Cheguei a Londres, fui trabalhar como investigadora com os melhores do mundo e eles nada sabiam, estavam cheios de dúvidas e ávidos de quem os questionasse", foi mais ao menos assim que uma investigadora da área de medicina descreveu a sua mudança da Faculdade de Medicina de Lisboa para o melhor centro de investigação no mundo, situado na Grã-Bretanha, durante a ditadura portuguesa (finais dos anos sessenta, princípios dos anos setenta).

 

Este retrato é fiel e significativo. O país das trevas, do analfabetismo, da pobreza e dos sabichões, poucos, que constituíam a "elite", não desapareceu. Quarenta anos depois, e com avanços inquestionáveis, Portugal ainda tem que gramar com a presença, por vezes devastadora, dos que sabem tudo. É evidente que evoluíram e até revelam uma ignorância: a atmosfera descrita pela investigadora.



publicado por paulo prudêncio às 19:39 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar

 

 

 

Participei na sessão, começou com um jantar, que o CFAE Oeste (centro de formação de associação de escolas que inclui Caldas da Rainha) organizou para comemorar os 40 anos do 25 de Abril. Seguiu-se uma bonita, e muito significativa, jornada evocativa que decorreu no auditório da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro e que terminou com o coro da EBI de Santo Onofre. Os Pastelinhos de Belém estiveram ao melhor nível como comprova o vídeo que se segue.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 09:26 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Sábado, 26.04.14

 

 

 

 

 

É hábito dizer-se nas efemérides que a repetição diária depende da vontade, mais da boa-vontade, claro, de cada um. Sabemos que nem sempre é suficiente.

 

Recebi uma imagem do 25 de Abril por contributo do AM e só hoje a consigo publicar. Está justificado.

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 15:43 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 25.04.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abril foi por acaso, mas o 25 foi intencional e obedeceu a alguma espera. O blogue faz hoje 10 anos.

 

Correntes era para aí a quarta escolha, mas as anteriores estavam ocupadas. Na altura, andava à volta das correntes da pedagogia e espero que a ideia da busca do pensamento livre não me abandone.

 

É também uma pequena homenagem ao 25 de Abril que se concretiza na manutenção do espírito mais livre nos quase oito milhares de posts.

 

Acima de tudo, gosto de ter um blogue e de escrever e a rede blogosférica proporcionou-me amizades que doutro modo seriam improváveis.

 

Obrigado a todos os que passam por aqui.

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 13:01 | link do post | comentar | ver comentários (73) | partilhar

Quinta-feira, 24.04.14

 

 

 

 

 

 

 

 

Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido

Aquele que deu tudo e não pediu a paga

Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite

Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício

Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse

 

 

 

Sophia de Mello Breyner Andresen

 

 

 

 



publicado por paulo prudêncio às 21:37 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 23.04.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foi bonita e cheia de significado a homenagem de ontem, no parlamento, ao "Deputado Capitão de Abril" António Marques Júnior. As intervenções foram interessantes, mas registei a de Vasco Lourenço. "(...)Em nome dos capitães de Abril, Vasco Lourenço, presidente da Associação 25 de Abril, recordou um dos seus "maiores amigos da vida", mas declarou que Marques Júnior foi "maltratado em vida" e "não foi aproveitado como devia ser".(...)" é o destaque do Público.

 

 

 

 

 

Mas Vasco Lourenço disse mais e foi contundente. Marques Júnior faleceu em 31 de Dezembro de 2012 e presidia ao Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações, o conhecido SIS. Como todos se recordam, até essa data o SIS abria os telejornais, era objecto das mais variadas desconfianças e tinha sérios problemas de fiscalização. Após o falecimento de Marques Júnior imperou o silêncio e desapareceu o "massacre mediático". Ou seja, e segundo Vasco Lourenço, o "Deputado Capitão de Abril" era o "problema" que importava resolver. As afirmações do presidente da Associação 25 de Abril são factuais e os familiares e amigos de Marques Júnior confirmam a saturação e o sofrimento causado pela situação vigente na democracia portuguesa.

 

 

 

 

 



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publicado por paulo prudêncio às 22:13 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

 

 

O 25 de Abril e a escola de Durão Barroso e Nuno Crato

 

 

 

 

 



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Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
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