Em busca do pensamento livre.
Quinta-feira, 8 de Junho de 2017

 

 

 

(este post obedeceu a uma espécie de excepção;

considerei a notícia importante e oportuna;

fiz um balanço de dois anteriores

e partilhei-o para o facebook) 

 

 

"Os professores comprovam estes números" das aposentações na função pública que ajudam a perceber a justiça da greve. Ainda ontem, na entrevista (SIC) a António Costa, o assunto inaugurou o debate. Estranhei. Depois percebi que o entrevistador - um conhecido defensor dos 1% - quis embaraçar o PM. Não resultou. O entrevistado sabe as razões dos professores. Concorda com as reivindicações e espera um acordo antes da greve.
Nunca foi fácil marcar uma greve, mas é mais difícil com um Governo em alta justificada e com um discurso democrático. Contudo, isso não certifica a passividade. Para dificultar, a plataforma de sindicatos de professores tem duas federações mais representativas, Fenprof (número um em associados) e Fne, que convocaram uma greve aos exames para 21 e uns seis sindicatos (alguns com mais dirigentes do que sócios) que o fizeram para 14 (sem exames). Para não variar, um spin oportuno recordou que o Governo Pàf legislou novos serviços mínimos. E também como é habitual, regressaram de imediato os tácticos: os Pàf impacientes e os PS-primeiro a diabolizarem os sindicatos. Tudo no interesse dos alunos, sublinhe-se. Se o Governo fosse Pàf, invertiam posições.
Como alguém disse, e com piada, uma greve a 35 de Junho era consensual. Ou como bem disse António Costa, a greve é um direito, prejudica sempre alguém e, em casos justificados, existem serviços mínimos. É bom recordar aos tácticos que há memória de 2012 e 2013 e se recuarmos ainda chegamos ao tempo de Lurdes Rodrigues. Já agora, era bom que a mesa negocial não voltasse, como nesses tempos, a dividir os professores.



publicado por paulo prudêncio às 16:42 | link do post | comentar | partilhar

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25 de Abril de 2004
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Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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