Em busca do pensamento livre.
Terça-feira, 9 de Agosto de 2016

 

 

 

A razia na escola pública foi descomunal de 2004 a 2015; 42 mil professores "desaparecidos", três quartos durante a troika. O "desaparecimento" de professores contribuiu, mas de modo mais do que cimeiro, para que alguns políticos se pavoneassem como disciplinadores financeiros. A tragédia é olhada de diversos ângulos pelos OCS. Mas há algo "incompreensível". As causas injustas do maior despedimento colectivo da história mantêm-se (detalharei noutro post) e a plataforma de sindicatos pede silêncio. Para os que dizem que os professores são instrumentalizados por sindicatos, os números vão provando que, e apesar da plataforma de sindicatos, os professores conseguiram evitar números ainda mais brutais derrubando silêncios e entendimentos.

 

Captura de Tela 2016-08-09 às 15.12.14.png

 



publicado por paulo prudêncio às 15:12 | link do post | comentar | partilhar

3 comentários:
De Fernanda a 9 de Agosto de 2016 às 18:58
Recentemente, num consultório médico:

Situação 1-

"Qual é a sua profissão?"
."Professora"
"....... Lamento. Sei que é duro....""

À saída:

"Sabe qual é o seu problema, srª professora? A senhora está estafada, como muitos colegas seus que conheço. Relaxe e descanse o mais que conseguir."

Situação 2- num consultório médico, cuja médica conheço há mais de 15 anos....

"Ò F! Os professores, estão sempre cansados! E nós?"

" A srª doutora dá consultas no público e privado, a gente espera algumas horas que ande de hospital para clínica e vice versa, não tem faltas de atraso e não mete atestado médico com desconto a 100% do vencimento do dia. Mas, a maior diferença, é que não tem "clientes" aos 30, todos ao mesmo tempo, de 90 em 90 minutos, a perguntarem-lhe , quiçá, tal como nas piadas antigas do Zéquinhas, qual a diferença entre as trompas de Falópio ou as de elefante. Também não tem 15 alunas (aulas/consultas mais práticas) deitadas na marquesa para um teste citológico, apalpação das mamas, etc.
Por último, recebe muito mais do que eu."

(mas só lhe digo isto quando já estou mesmo chateada com a conversa e porque sei que a srª doutora não se aborrece e já me conhece......)


De Fernanda a 9 de Agosto de 2016 às 19:00
* ...a diferença entre as trompas de Falópio ou as trombas de elefante


De paulo prudêncio a 10 de Agosto de 2016 às 18:47
:)


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