Em busca do pensamento livre.
Sexta-feira, 15.09.17

 

 

 

 

A dívida portuguesa atingiu máximos históricos e a agência "Standard & Poor´s retira Portugal de 'lixo"". Temos de esperar pelo "Negócios da Semana" para que se decifre o algoritmo do raiting. É que a coisa não é deste mundo. Há fenómenos inexplicáveis só ao alcance de uma Geringonça. Para dar ao objecto voador um cariz lusitano, invoque-se a "Passarola", cuja construção recebeu a colaboração de Baltazar - o soldado maneta - e de Blimunda - a vidente que, em jejum, via as coisas e as pessoas por dentro -. Isto de voar é complexo. Exige soluções fora do mainstream. Convém recordar que o Padre Bartolomeu de Gusmão, o da "Passarola" e protegido de D. João V, "queria voar e morreu doido". A partir de hoje, comprar dívida portuguesa é objecto de corrida e se as próximas eleições fossem legislativas a Geringonça voava como a de Leonardo da Vinci.

 

PS: como alguém disse, foi a agência que tirou Portugal de "lixo" ou o contrário?

 

34988374255_7828509094

 

A Geringonça. Leonardo da Vinci.



publicado por paulo prudêncio às 23:30 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

 

Após catorze anos de carreiras congeladas, é natural o "sobreaquecimento". São milhões de retroactivos a somar a milhões em descongelamentos. Dá ideia que o conceito de retroactividade passou a inconstitucional. Só os milhões da dívida são de direito adquirido imutável.
É consensual o elogio à capacidade das pessoas para tolerarem as contas o país. O que tornará o assunto menos aceitável, é que não se posicionem as pessoas em 2017, 2018 e 2019 no escalão referente aos requisitos legais. Se foi inaceitável o anúncio, no ano passado, de "que para subir na hierarquia do Estado vão ser precisos prémios e promoções", não é nada bom sinal o seguinte: "mais de 23 mil funcionários públicos sem avaliação penalizados nas progressões". Será o regresso do pesadelo kafkiano do mérito-em-modo-industrial-ou-de-faz-de-conta. Se não se aprendeu com a experiência, adivinhamos a aproximação ao limite do sobreaquecimento.

 

1496493317081

 



publicado por paulo prudêncio às 16:14 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 14.09.17

 

 

 

 

Cansados com a falta de pontualidade no tempo inicial dos alunos com 5 e 6 anos, os professores conseguiram que a escola instituísse uma multa em dólares para os atrasos. E o que é que aconteceu? Os encarregados de educação "integraram" a multa na mensalidade e o número de atrasos subiu. A escola ficou numa encruzilhada com a passagem da multa a taxa. O planeamento dos professores ficou ainda mais difícil. Encontra este e outros exemplos que ajudam a pensar no livro de Michael J. Sandel: "O que o dinheiro não pode comprar - os limites morais dos mercados".

 


3ª edição do post

 

image

 

 



publicado por paulo prudêncio às 11:07 | link do post | comentar | partilhar

Quarta-feira, 13.09.17

 

 

 

 

 

 

 Foto de António Curado  

recolhida no facebook.

 

Este post é de 30 de Maio de 2013.

 

Está de parabéns a comissão de representantes do "Movimento em Defesa da Escola Pública no Oeste".

 

Se dúvidas havia, ficou claro que a não construção da escola pública, em 2005 e na zona da cidade das Caldas da Rainha onde se edificou um colégio da cooperativa GPS, se deveu a um problema de terrenos, para além de uma intenção ideológica no sentido da privatização do sistema escolar.

 

Também se confirmou que a sobrelotação da rede escolar se circunscrevia ao segundo ciclo e que a opção por uma escola com terceiro ciclo fundamentava-se no facto da "tipologia de escolas" ter abandonado o "modelo ciclo preparatório". A decisão política contrariou os estudos, a sensatez e a boa gestão do território e da coisa pública e permitiu a edificação de uma escola cooperativa, também com ensino secundário, pasme-se, que provocou um efeito sistémico que sublotou as escolas públicas, "duplicou" a despesa e originou as conhecidas injustiças nos profissionais de Educação do concelho.

 

Com os cortes curriculares em curso e com o número de turmas existentes, são suficientes as escolas edificadas anteriormente a 2005 para a frequência de todos os alunos do concelho. Se os cortes a eito (aumento de alunos por turma e de horários de professores, revisão curricular e mega-agrupamentos) criaram a injustiça dos horários zero nos professores portugueses, a situação descrita duplica a fatalidade para os professores que leccionam nas Caldas da Rainha.

 

Foi esta a conclusão do debate em que, com muito gosto, aceitei participar num agradável convite feito por pares e com excelente moderação de José Fontes. O auditório esteve lotado, a sessão prolongou-se para lá da uma da manhã e terminou com uma importante intervenção política de Santana Castilho.



publicado por paulo prudêncio às 22:55 | link do post | comentar | ver comentários (8) | partilhar

 

 

 

"Governo e sindicatos reunirão na próxima sexta-feira" e o Ministro da Educação parece que apresentará um procedimento para atenuar os estragos provocados pelo desrespeito da graduação profissional. Enfim. Uma trapalhada que prejudicou a vida de muitos professores. Para além do erro inaceitável, por que é que a reparação não ocorreu em Agosto?



publicado por paulo prudêncio às 10:41 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Terça-feira, 12.09.17

 

 

 

 

Como há muito se sabe, a taxa de conclusão do ensino secundário (escolaridade obrigatória) em Portugal continua longe do aceitável. O "Relatório da OCDE destaca as altas taxas de abandono dos estudantes nacionais. Cerca de 40% dos nossos alunos não conseguem concluir o secundário em três anos. Mais de metade da população ativa portuguesa não tem o ensino secundário e apenas cerca de 60% dos alunos que entram nesse nível de ensino conseguem concluir os estudos sem atrasos significativos. Esta é uma das principais conclusões do Education at a Glance 2017, o relatório que analisa a educação nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico. Tendo em conta dados de 2016, cerca de um terço (31%) dos jovens adultos entre os 25 e os 34 anos abandonaram o secundário, quase o dobro da média da OCDE. Para a OCDE este é mesmo um dos grandes desafios do nosso país: "em primeiro lugar assegurar o acesso à educação e depois assegurar que os estudantes completam os estudos..."

 

Adenda:

"...PROFESSORES: UMA PROFISSÃO EM CRISE.

Entre os aspetos que são destacados na apresentação do "Education at a Glance" há ainda referência à situação dos professores, que são a "espinha dorsal" de qualquer sistema educativo. No entanto, alerta-se, "a profissão está a tornar-se cada vez menos atrativa para os jovens e a população docente está a ficar cada vez mais velha".

Não é a regra em todos os países (Portugal é uma das exceções), mas os professores ganham, em média, menos do que outros trabalhadores com qualificação superior. E a crise iniciada em 2008 não ajudou: "Entre 2005 e 2015 o salário dos professores diminuiu em termos reais num terço dos países", lembra a OCDE...."



publicado por paulo prudêncio às 12:52 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 11.09.17

 

 

 

 

Decorre a campanha eleitoral para as autárquicas. São eleições locais. São precipitadas as conclusões nacionais dos resultados. Não me parece que alguém beneficie com a partidarização de assuntos nacionais a pensar nas eleições locais. Por falar nisso, vi um telejornal das 20h00. Escolhi a SIC e lá apareceu Miguel Sousa Tavares a derreter os funcionários públicos recuperando a divisão com os privados. É toda uma série de coisas imutáveis.



publicado por paulo prudêncio às 20:37 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

 

 

 

 

O "DN detalha mais dois exemplos" da injustiça por não se respeitar a lista graduada nos concursos de professores. Por acaso, fiz uma coisa rara: li a caixa de comentários da notícia e até me arrepiei. É, realmente, uma devassa na profissionalidade dos professores.



publicado por paulo prudêncio às 11:21 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 10.09.17

 

 

 

"Há sete anos que não entravam tantos alunos no ensino superior", "na 1.ª fase dos concursos nacionais entraram 44 613 alunos, o melhor registo da década e um dos melhores de sempre" e "prioridade é atrair estudantes do ensino profissional para o superior". É positivo em qualquer ponto de vista e é importante sublinhar que apenas "40% dos jovens de 20 anos estão no ensino superior". 

 

Adenda: o ministro do ensino superior acrescentou números: 80% dos alunos do ensino secundário "regular" vão para o ensino superior; 12% dos alunos do ensino secundário profissional vão para o ensino superior; há muito a fazer, realmente.



publicado por paulo prudêncio às 11:44 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 09.09.17

 

 

 

É provável que a alegação do interesse público - inúmeras turmas sem professor na abertura do ano lectivo - anule a suspensão das listas de colocação da mobilidade interna. Estará assim, e mais uma vez, efectivado um processo de colocações injustas. Mas foi importante esta providência cautelar. A democracia só se constrói com o direito à luta jurídica e espera-se que estes concursos não se repitam. A graduação profissional é, como há muito se repete, o mais justo critério. Por outro lado, é "impensada" a existência de horários incompletos em concursos que envolvem professores dos quadros (escola, agrupamento ou zona pedagógica) e grande parte dos contratados. Mas disso tenho tratado noutras publicações.

 

IMG_1249

 

agosto de 2017



publicado por paulo prudêncio às 17:03 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

 

1159490

Cópia de 1159490

 

Luís Afonso

 

 



publicado por paulo prudêncio às 11:40 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 08.09.17

 

 

 

 

A distribuição do serviço dos professores obedece, há quase duas décadas, a uma "impensada" legislação. A história tem muitas variáveis. Começou com a positiva eliminação (1998) das horas extraordinárias em benefício da contratação de novos professores. Embalados pela solução, os governantes começaram a impor o seguinte: um grupo disciplinar com 5 professores, com horários de 20 horas lectivas e turmas com 5 tempos semanais (portanto, 4 turmas por professor), distribui 20 turmas do seguinte modo: 4 para turmas por professor. Se no ano seguinte existirem 15 turmas, não são distribuídas 3 por professor: serão 4 para o mais graduado, 4 para o segundo, 4 para o terceiro, 3 para o quarto e 0 para o quinto (horário zero). Basta pensar um bocado para perceber o rol de incongruências que se estabelece, uma vez que, e por exemplo, a quebra de turmas em algumas disciplinas raramente não se verifica nas escolas da mesma região. Os resultados financeiros não são significativos na relação com os prejuízos profissionais e organizacionais. Se substituirmos professores por engenheiros ou médicos e turmas por pontes ou cirurgias, vemos ainda melhor a incongruência. Se 2 engenheiros supervisionam 10 pontes num ano, ficam com 5 para cada um (suponhamos que é o limite máximo). Se no ano seguinte existirem 6 pontes a supervisionar, cada um fica com 3 e não 5 para o mais graduado e 1 para o menos. É este "impensado" que está na origem das presentes injustiças nas colocações de professores.

 

Ou seja, os detalhes são importantes.

IMG_1457

 haia, agosto de 2017



publicado por paulo prudêncio às 21:57 | link do post | comentar | partilhar

 

 

33923845673_fc6728e0e1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uso intensivamente computadores desde 1986: escrita, programação de bases de dados, construção de redes e de sítios na internet e por aí fora. O blogue caminha para 13 anos num registo diário e a partilha de textos noutras redes sociais já vai quase numa década. Se quando inaugurei o blogue reduzi a publicação de textos nos jornais, também os procedimentos fora do Correntes têm que ser bem administrados para manter a motivação. Como faço questão de ler e responder a todos os comentários aos meus textos, reduzi a participação fora do blogue. É apenas este o motivo de alguma desaceleração no facebook e da quase desistência do twitter.

Recordo que ter um blogue foi, para o mainstream e nos anos iniciais, sinal de "pessoa incómoda". Nos momentos mais quentes, os bloggers eram incomodados. Uma boa relação com o poder formal incluía dizer que não se lia blogues. Com as redes sociais, mais com o facebook, tudo foi mudando. Até os outrora "iletrados", e mesmo os utilizadores da caneta azul, passaram a postar e com páginas a duplicar ou triplicar. É uma longa história, cheia de peripécias, que um dia se contará; ou não. Mas só faltava que agora se queixassem do ritmo dos bloggers.

 



publicado por paulo prudêncio às 10:41 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 07.09.17

 

 

 

 

"O número de professores que requereu a reforma é o mais baixo de sempre", concluía-se novamente num debate radiofónico. Repitamos: a causa está identificada: a idade da reforma está nos 66 anos com penalizações indecorosas nas antecipações, num grupo profissional que se reformava entre os 56 e os 58 (52 no pré-escolar e 1º ciclo) com 35 anos de serviço.

Como a degradação da carreira está inamovível - congelamentos, componente não lectiva em modo inútil, "legislês" nas reduções por idade, mais turmas com mais alunos em horários ao minuto, hiperburocracia, concursos com injustiças e horários zero -, temos os professores à beira de um ataque de nervos (há muitas escolas em que os mais jovens têm mais de 40 ou 50 anos de idade) quando se aproxima outro recomeço.

 

esperar sentado

 Imagem obtida na internet

sem referência ao autor

 

2ª edição



publicado por paulo prudêncio às 10:12 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 06.09.17

 

 

 

A deportação de jovens imigrantes nos EUA é mais um sinal de que a Trumpização pode ser tão trágica como os momentos mais difíceis que a história regista. É um começo com paralelo noutras ocasiões. Para além de tudo, é traiçoeiro e usa grupos mais indefesos. É um acto que evidencia a sua pequenez. Parece que já restam poucas dúvidas de que a sua eleição tornou o planeta mais intranquilo e que um pequeno incidente pode ter consequências imprevisíveis.



publicado por paulo prudêncio às 08:56 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 05.09.17

 

 

 

Os OCS começaram a mediatizar o regresso da antiga flexibilidade curricular discutindo o efeito nos alunos e nos métodos de ensino. Compreende-se. Mas isso representa uma pequena parte do problema. Os alunos vão aprender como sempre e relacionarão, também como sempre, o que aprendem nas diversas disciplinas. Os professores vão ensinar com os métodos de "sempre". Aumentará a possibilidade de tratar um tema do programa de diversas disciplinas num mesmo momento, a exemplo da extinta área de projecto. Poderá ser positivo.

Mas grande parte do problema, e o que conduziu ao inferno a anterior experiência de gestão flexível dos currículos, centra-se na organização. Na marcação, em catadupa, de reuniões de agenda repetida, no tratamento da informação e em dois verbos infernais: articular e registar. E nada se lê sobre isso como componentes críticas. Pior: teme-se que nada se tenha aprendido. Há variáveis organizacionais que não correspondem directamente à análise dos resultados dos alunos nem aos métodos de ensino: são de gestão pura e dura. Os dois verbos referidos são modismos da linguagem escolar que determinam o "estar muito tempo juntos", mesmo que sem qualquer visão ou estratégia, sem instrumentos modernos de gestão e em reuniões de informação repetida. São dois verbos que remetem a burocracia escolar para o lugar dos procedimentos inúteis e do faz de conta. Quando se ouviram as conclusões dos arautos do duo verbal, encontrou-se pouco mais do que a socialização dos professores.

 

IMG_0539

 

Frase de #banksy

Imagem obtida em Agosto de 2017



publicado por paulo prudêncio às 12:24 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Segunda-feira, 04.09.17

 

 

 

 

1158128

Cópia de 1158128

 

Luís Afonso



publicado por paulo prudêncio às 11:17 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 03.09.17

 

 

Como é possível que isto aconteça?

 

 



publicado por paulo prudêncio às 10:27 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 02.09.17

 

 

 

 

"Moody´s melhora perspectiva da dívida portuguesa". O gabinete de Centeno considera que "esta decisão da Moody's vem juntar-se a um crescente reconhecimento por parte de vários actores institucionais e privados quanto à solidez da economia portuguesa". A Moody´s passou Portugal de "estável para positivo, ainda dentro do "lixo"". É uma escala de avaliação risível.

Mudou o discurso mediático à volta das agências de raiting (AR). Os neoliberais, sempre muito pró-AR para justificarem cortes nos do costume, empalideceram e ajustarão o discurso: culpavam os dos costume pela descida da nota e continuarão a culpá-los pela fraca subida. Enfim. Nada do novo. Quem defende uma Europa mais plural, e deseja que Portugal seja bem sucedido, gosta da notícia. Sorri com o silêncio dos ideólogos do "Compromisso Portugal" e não aprecia qualquer viragem posicional em relação às AR. As AR já não são instrumentos do neoliberalismo? Na minha modesta opinião, são. A existirem, não devem ficar "isoladas" nem ser endeusadas. Por outro lado, as oscilações de partidos parlamentares abrem espaço à demagogia. As AR representam uma ideia de mercado que aplica coletes de forças ao financiamento dos países. Continua por construir, nas democracias ocidentais, uma alternativa sustentável que passará pela autonomia energética associada ao ambiente, pela compatibilização da robotização com o financiamento das políticas sociais e pela solidez da banca, pública e privada, e do crescimento económico.

 

19300701_pSjwZ

 



publicado por paulo prudêncio às 11:10 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 01.09.17

 

 

 

Li algures que quem governa um condado húngaro são os "mesmos" nazis do tempo da segunda guerra mundial. Não exactamente as mesmas pessoas, como é óbvio, mas da família política que se tem perpetuado no poder com eleições. E estão numa fase em que afirmam os seus valores sem qualquer pudor. Haverá mais países europeus na mesma condição, embora com um fascismo de bastidores.



publicado por paulo prudêncio às 10:25 | link do post | comentar | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
Discordâncias:
Mais até por uma questão estética, este blogue discorda ortograficamente
arquivo
comentários recentes
A última ida A Marte? Espero que seja para continu...
Peço, uma vez mais, desculpa pela invasão do Quadr...
Desculpas?Passo por lá mais logo. Obrigado.Disponh...
Pedindo desculpas pela invasão (temporária) do esp...
entrevistar acusados em busca de confirmação da ac...
subscrever feeds
mais sobre mim
Por precaução
https://www.createspace.com/5386516
ligações
blog participante - Educaá∆o - correntes .jpg
tags

antero

avaliação do desempenho

bancarrota

blogues

campanhas eleitorais

cartoon

circunstâncias pessoais

coisas tontas

concursos de professores

contributos

corrupção

crise da democracia

crise da europa

crise financeira

desenhos

direitos

economia

educação

efemérides

escolas em luta

estatuto da carreira

falta de pachorra

filosofia

fotografia

gestão escolar

história

humor

ideias

literatura

movimentos independentes

música

paulo guinote

política

política educativa

professores contratados

público-privado

queda de crato

rede escolar

ultraliberais

vídeos

todas as tags

favoritos

bloco da precaução

pensar o sistema escolar ...

escolas sem oxigénio

e lembrei-me de kafka

as minhas calças brancas ...

as minhas calças brancas ...

reformas e remédios (1) -...

sua excelência e os númer...

posts mais comentados
88 comentários
75 comentários
Razões de uma candidatura
https://www.createspace.com/5387676