Em busca do pensamento livre.

Sábado, 08.07.17

 

 

 

É estranho, no mínimo isso, que as forças armadas não garantam a segurança do armamento. Vamos lendo com perplexidade:

"Videovigilância avariada em Tancos há cinco anos - Deputado do Bloco diz que problemas com videovigilância na base militar são mais antigos do que se pensava. Azeredo Lopes diz que desconhecia qualquer problema grave em Tancos.", "Mercenários portugueses suspeitos do golpe em Tancos, e PJ persegue grupo que trabalha para senhores da guerra. Militar de Tancos preso em 2016 por tráfico de armas. Num ano houve 20 roubos de material bélico. Veja a reconstituição do assalto. Unidade de vigia de Tancos esteve em Pedrógão. Chefe do Exército com versões contraditórias sobre rondas."

 

Passamos por mais sites de OCS e beliscamo-nos.


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publicado por paulo prudêncio às 11:48 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sexta-feira, 07.07.17

 

 

 

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Luís Afonso



publicado por paulo prudêncio às 11:50 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 04.07.17

 

 

 

Tancos entrou também em pós-verdade e factos alternativos. Há militares detidos por corrupção em produtos alimentares ("num processo com meses"), mas não se relacionará com Tancos. Pode dar jeito, pode ser pós-moderno, mas é precipitada a relação. Há uns anos que "privados fazem segurança a instalações das forças armadas" (os neoliberais proletarizaram os serviços públicos e agora rasgam as vestes de indignação com a sua ineficácia), mas isso não se relacionará com Tancos. Tancos relacionar-se-á "com assaltos recentes e semelhantes em França e na Alemanha". É uma relação grave numa intolerável insegurança. Se acrescentarmos a silly season e o estado da oposição, o observador registará a chegada do "trumpismo" e omitirá o facto alternativo da "fusão ibérica da EDP". Um neoliberal suspirava: Tancos à vista.



publicado por paulo prudêncio às 12:18 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 03.07.17

 

 

 

"Tancos esteve 20 horas sem rondas de vigilância na noite do assalto", diz o Público. Conhecem-se detalhes e conclui-se que os os cortes a eito escandalizam quando são mediatizados e graves (mas alguém tem que se explicar). Depois, há todo o abandono silencioso dos serviços públicos para gáudio de uma parte dos 99% que não se cansou de advogar o aumento da riqueza dos 1%; nunca tiveram olhos para as PPP´s nem para os offshores que diziam representar a superioridade moral da gestão pela "elite" financeira (pode substituir "elite" por oligarquia-que-capturou-o-orçamento-do-Estado). E insistem, para sossego de uma qualquer minoria.

 

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publicado por paulo prudêncio às 14:15 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sexta-feira, 30.06.17

 

 

 

"O futebol português é hoje em dia uma bolha financeira", diz Pippo Russo, jornalista e sociólogo italiano, autor do livro "A Orgia do Poder". Só hoje?! E só em Portugal?! Os défices acumulados, e outras coisas mais do tal negócio da alta finança, têm no futebol um pathos que atinge de tal modo todos os sectores políticos e sociais que o torna um instrumento ideal. Até o sportinguista Paulo Guinote faz de conta que não percebe.



publicado por paulo prudêncio às 16:13 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quinta-feira, 29.06.17

 

 

 

As PPP's desenhadas pelas "elites" em associação com o lado-tóxico-dos-partidos foram trágicas e ponto final. Não me surpreendem os seus defensores habituais, nem a recente dissertação de Passos Coelho sobre "a teoria mercantil do eucalipto"; neste caso, espanta-me que tenha sido PM. O que também sempre me espanta é o fanatismo dos 99% de peões. Mal intuíram o fim do luto oficioso em Pedrógão, começaram a contenda para sossego de uma qualquer minoria. 

 

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publicado por paulo prudêncio às 16:33 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

 

 

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Luís Afonso



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Quarta-feira, 28.06.17

 

 

 

"O meu avô dizia que a sua instituição foi democrática durante a ditadura. Enunciava uma fronteira: a forma como a instituição lidava com personagens com espírito pidesco e persecutório. Se as anulava, como era o caso, emitia um sinal fundamental." Ouvi a ideia num debate radiofónico e concordei. Passa-se o mesmo nas democracias. Foi por aí que avançou a discussão. Percebemos que há instituições que rapidamente se acomodavam a uma ditadura, exactamente porque "estimulam" ou "toleram" esses espíritos. As redes sociais modernas alimentam-nos. Aliás, esta fronteira de tolerância e estímulo a esses espíritos é o limite mínimo para definir um regime.

 

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publicado por paulo prudêncio às 14:56 | link do post | comentar | partilhar

Terça-feira, 27.06.17

 

 

 

Confirma-se: "pessoas cercadas pelo fogo e sem assistência devido a falhas do SIRESP", uma das PPP´s (esta com BPN, BES, PT e CGD) que as associadas, "elites" e lado-tóxico-dos-partidos, usaram na delapidação do Estado.

As associadas impacientaram-se com a tragédia. Um "Miguel de Vasconcelos", com o pseudónimo Sebastião Pereira, apressou-se na crítica ao Governo. Usou o "El Mundo" para gáudio da direita ibérica mais extremada.  Por muito que custe, há poucas organizações sem telhados de vidro na lógica do fanatismo. E ainda ontem o diabo deu sinal de si. Bastou um microfone para o desrespeito pelo elementar silêncio perante a dor. É: a tragédia de Pedrógão Grande tem demasiados ângulos muito lamentáveis.

 

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 "Muitos pedidos de ajuda não tiveram seguimento devido a falhas nas comunicações".

Paulo Pimenta. Público.



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Domingo, 25.06.17

 

 

 

Auditoria às dívidas ocultas de Moçambique não esclarece destino do dinheiro



publicado por paulo prudêncio às 10:42 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 16.06.17

 

 

 

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Cópia de 1139802

 

Luís Afonso

 

 



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Quinta-feira, 15.06.17

 

 

 

A contenda entre o mal e o bem continua sobreaquecida. O bem, e quem o promove, é odiado pelo mal que é persistente e usa disfarces sofisticados. Miguel Real (2011:113), na "Nova teoria do mal", Lisboa, D. Quixote, tem uma passagem interessante, mesmo que algo pessimista:

"(...)O bem corresponde, assim, a tudo o que contribua, num tempo e num espaço civilizacionais, para a perseveração integral da especificidade de um ser, e o mal a tudo o que o impeça, frustre ou destrua. Na tensão entre a preservação e a destruição, só existem equilíbrios provisórios, não permanentes, o mal impera e vence sempre.(...)"



publicado por paulo prudêncio às 18:01 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Quarta-feira, 14.06.17

 

 

 

"(...)Há o bem e o mal, e há uma categoria intermédia que é o Mal tolerado. Há um cinismo inconsciente, que é necessário à vida. É o que eu chamaria o intolerável tolerado. Mas agora isso tornou-se num cinismo demasiado visível, que tomou conta do espaço público, é ubíquo. Essa transparência, visibilidade do intolerável, pode levar, a longo prazo, a que o sistema mude a partir do interior, por acção de uma outra categoria, que competiria com a da ganância: a vergonha. Agora já não é possível esconder a podridão moral da sociedade, por pura vergonha. Mas enquanto isso não acontece, os jovens não podem mais viver com esse Mal intermédio. Querem afirmar-se. Não é por ressentimento, ou impulso de destruição, castigo ou vingança. É uma indignação contra a intolerabilidade do Mal mediano.(...)"

 

José Gil, Pública,

4 de Março de 2012, pág. 24.

 



publicado por paulo prudêncio às 21:08 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

 

 

 (Parece que esta notícia ainda não se confirmou)

 

Os novos campeões da "NBA quebraram a tradição": disseram um "não", por unanimidade, a Trump. Não existirá a habitual recepção do Presidente aos vencedores. É uma decisão interessante num mundo ocidental a transbordar de hipocrisia. Como estaria a democracia se cada cidadão tivesse a mesma dignidade?

 

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publicado por paulo prudêncio às 13:25 | link do post | comentar | partilhar

Segunda-feira, 12.06.17

 

 

 

Passos Coelho apressou-se a dizer "que não éramos a Grécia (2011)". Foi uma vergonha. Agora, ficamos a saber que um "acordo secreto de Merkel isolou Schäuble e Portugal. A chanceler alemã fez um acordo com a Grécia, em 2015, contra a vontade do seu ministro das Finanças. Numa reunião do Eurogrupo, Schäuble opôs-se, em vão, e só teve o apoio de Portugal e da Espanha, conta Yanis Varoufakis, o ex-ministro grego". Aguardemos os desenvolvimentos.



publicado por paulo prudêncio às 16:44 | link do post | comentar | partilhar

Sábado, 10.06.17

 

 

 

Quando comprei a edição impressa do Expresso dei com a troca na embalagem de transporte. Em vez do habitual saco de plástico, o Expresso acomodou-se naqueles sacos (na imagem) resistentes que, no meu caso, andam na mala do carro para as compras nos hipermercados. Foi uma operação de charme da EDP; oportuna e altruísta. O uso do saco é "renovável", poupa em sacos plásticos (e em petróleo) e por aí fora. Muito profissional e pedagógica a EDP e com boas relações com o Expresso. É também o lado de apoio à cultura da energética nacional.

 

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publicado por paulo prudêncio às 18:45 | link do post | comentar | partilhar

Sexta-feira, 09.06.17

 

 

 

"May dizia que se perdesse seis lugares, daria o lugar a Corbyn. Perdeu 12 e não se demitee a "Coreia do Sul admite ter encontrado Drone de Pyongyang". Um drone? E publicam a imagem? O mundo está surreal. Às tantas, nivela-se pelas figuras tristíssimas de Trump e Temer.

 

KOREA-NORTH/

O drone de Pyongyang

 

 



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Terça-feira, 06.06.17

 

 

 

As manigâncias das "elites" foram péssimas para o país e as justificações já enjoam. Qual é o argumento de Mexia para usar a EDP (empresa pública) e patrocinar (2010) Manuel Pinho numa cátedra na Universidade de Columbia? É natural que seja uma das linhas da investigação. Manuel Pinho passou do BES para o Governo, donde saiu em 2009.
 
No ano do patrocínio (2010), e como exemplo a que estava mais atento, o Compromisso Portugal (de Mexia) advogou o despedimento colectivo de 50 mil professores (foram "só" 42 mil no período em que a PGR investiga a EDP). Este discurso é populista? Mas é por causa dos "elitismos" da EDP, PT, BES e por aí fora, que as eleições no ocidente estão no estado que se sabe. Despedimento de professores e cátedras na Universidade de Columbia são assuntos do ensino.
 
Estas práticas envolvem muita encenação. Olhamos para trás e é isso que vemos. Contudo, um arguido não é um acusado. Apareceu Eduardo Catroga em defesa da honra da EDP. Quando olhamos para 2011, vemos a sua participação nos acordos com a troika e a passagem milionária para o conselho geral da EDP. Aguardemos o veredicto da dificílima tarefa da justiça que parece acusada de populismo. Antes isso do que demagogia e manigância. Esta peça do Expresso é interessante. Já a tinha lido na edição impressa e hoje está no site.
 
Nota: Na primeira frase pode substituir enjoam por enojam (escreve-se com as mesmas letras).


publicado por paulo prudêncio às 18:59 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

O que impressiona nas pessoas do universo das ilegalidades, é a encenação. Até arrepia quando se olha para trás e se percebe que mentiam. Veremos se será o caso. Imagino quem conhece os detalhes. Nesse caso, haverá profissionais de teatro interressados no modo. Diz o Público, que "Mexia garante que não houve benefícios de rendas à EDP". Um arguido não é um acusado. Já apareceu Eduardo Catroga em defesa da honra da EDP. Aguardemos o veredicto da dificílima tarefa da justiça. Mexia afirma a antiguidade do processo e diz que não pondera a demissão. 

"As ligações suspeitas entre Mexia, Pinho e Sócrates", é uma notícia do Expresso.

 



publicado por paulo prudêncio às 10:42 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 04.06.17

 

 

 

"(...)Entretanto, o Presidente americano Donald Trump voltou a publicar um twit sobre os atentados, desta vez acusando o Presidente da Câmara de Londres, Sadik Kham, um britânico de origem paquistanesa, de não levar a sério a ameaça terrorista.

"Pelo menos sete mortos e 48 feridos num atentado terrorista e o presidente da Câmara de Londres diz que "não há razão para ficarmos alarmados", escreveu Donald Trump. Sadik Khan tinha no entanto condenado em termos muito fortes os ataques, designando-os nomeadamente como "actos bárbaros".(...)"

 

Impressiona! Como é que os EUA elegeram este Presidente é a perplexidade mil vezes repetida.



publicado por paulo prudêncio às 16:13 | link do post | comentar | ver comentários (5) | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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