Em busca do pensamento livre.
Quinta-feira, 30.07.15

 

 

 

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Daniel Dennett é um relevante filósofo americano. "A liberdade evolui" é o título de uma das suas obras. Tem uma pequena história que merece uma atenta reflexão.

 

"A Orquestra Sinfónia de Boston é conhecida por fazer a vida difícil aos maestros convidados até que estes dêem provas de que merecem ocupar o lugar. Perante a sua estreia à frente da orquestra, e conhecendo a reputação da mesma, um jovem maestro decidiu tentar um atalho para conseguir ser respeitado. Estava programado que dirigisse a estreia de uma obra contemporânea inaudivelmente dissonante, e enquanto lia a partitura ocorreu-lhe um estratagema brilhante. Encontrou um crescendo no início, em que toda a orquestra produzia um som estridente em mais de doze notas discordantes, e reparou que o segundo oboé, uma das vozes mais suaves da orquestra, estava programado para tocar um Si natural. Agarrou na partitura para o segundo oboé e inseriu cuidadosamente o sinal para bemol - a partir de agora era indicado ao segundo oboé que devia tocar um Si bemol. No primeiro ensaio, conduziu energicamente a orquestra até ao crescendo adulterado. "Não!", berrou, parando a orquestra abruptamente. Depois, com o sobrolho enrugado e em profunda concentração disse: "Alguém, vejamos, sim, deve ser... o segundo oboé. Devia tocar um Si natural e tocou um Si bemol". "Não pode ser", respondeu o segundo oboé. "Eu toquei um Si natural. Um idiota qualquer tinha escrito aqui Si bemol!"."

 

 

 

(Não é a primeira vez que

transcrevo esta história

num post).

 


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Quarta-feira, 29.07.15

 

 

 

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Afinal, há mais malta do Sporting, e bem ferrenha, diga-se, do que o indicado pelos números; é até, e  muito bem, uma tendência planetária. Assim fervessem a propósito das causas sociais.



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"Foram poucos os alunos que conseguiram passar depois de repetir os exames", diz o Público em referência aos exames dos 4º e 6º anos.

 

Fui ao histórico do blogue e encontrei uma notícia igual datada de 27 de Junho de 2014: "Apoio extra para alunos fracos a matemática e a português é um "engodo"". Sabemos que os exames são terreno fértil para a demagogia e o populismo nas sociedades atrasadas. Por isso são tão mediatizados. Mas vou colar "o que escrevi" há um ano e espero não o voltar a fazer no próximo.

 

"Nuno Crato, esse misturador do "além da troika" com o Eduquês II, aumentou o número de alunos por turma, cortou a eito em tudo o que achava não estruturante e acentuou a infernização da profissionalidade dos professores. Para além disso, criou, ou permitiu, uma catadupa de exames acrescentados de apoios no período pós-lectivo para as crianças com negativas. Os resultados do conhecido mais do mesmo são inequívocos: "foi uma espécie de engodo".

Achar que se recupera crianças com apoios entre Junho e Julho testados por uma segunda fase de exames, é algo só ao alcance do mix referido. Turmas mais pequenas, apoios ao longo do ano e professores motivados são ideias despesistas.(...)"



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O sistema escolar tem sido tão devastado por reformistas compulsivos, e comprovadamente impreparados, no que levamos de milénio, que a desesperança e o cansaço são de tal ordem que corremos o risco das medidas tresloucadas se perpetuarem. Se alguém soletrar a palavra mudança, ouvirá de imediato: outra vez? E, como todos sabemos, não faltam disparates a corrigir com urgência ou a eliminar.



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Terça-feira, 28.07.15

 

 

 

 

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Academia de Ciências de Lisboa. Fevereiro de 2015. Do dever de repetir.



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(Ao que vai ler, acrescente epifanias consecutivas 

com destaque para o concurso BCE (uma vergonha anual),

para a prova PACC, para o desmiolo Cambridge,

para a industria dos exames e para o calendário escolar.)

 

 

 

"Uma turma com 30 alunos pode trabalhar melhor do que uma com 15. Depende do professor e da sua qualidade", disse Nuno Crato numa inenarrável entrevista televisiva em que se pôs a dissertar sobre a relação entre a formação dos professores e o número de alunos por turma. Nuno Crato disse que concorda com o especialista norteamericano (é mesmo um hanushekiano) que andou por aí a apregoar o mesmo e revelou-se mais uma pessoa que nos deixa dúvidas quanto ao juízo ou ao conhecimento sobre uma escola do não superior. Temos de concordar: os professores portugueses têm azar com a sucessão de ministros. Nuno Crato afirmou a sua tese e nem sequer se escudou na troika; nesta variável está, também, para além dela.

 

William Golding, prémio Nobel da literatura em 1983 e professor no 1º ciclo durante 30 anos, foi taxativo numa entrevista à RTP2: " Com 30 alunos não há método de ensino que resulte, mas com 10 alunos todos os métodos podem ser eficazes". Essa entrevista descansou-me muito. Tinha leccionado cerca de 10 turmas do ensino secundário, cada uma com mais de 30 alunos, e estava preocupado com a profissão que tinha escolhido e com a minha memória. Já íamos em Maio e nem o nome dos alunos todos conhecia. Numa sociedade ausente como a nossa, e mais ainda nos tempos que correm, a relação entre os professores e os alunos atenua muito a taxa de abandono escolar para além de ser um indicador da qualidade do ensino. Nunca imaginei que 30 anos depois ouviria o ministro da Educação do meu país, qual Taliban, a defender uma coisa destas com a máxima convicção. Que tempos, realmente.

 

 

Este post é de 5 de Junho de 2013.

 



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Segunda-feira, 27.07.15

 

 

 

 

Ouvi, na Antena 2, Lídia Jorge avançar (mais ou menos assim, claro) com um conceito que traduz sensivelmente a ideia que tinha quando escolhi o nome para o blogue: "os pensamentos são as correntes que nos restam".



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Domingo, 26.07.15

 

 

 

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A receita da maioria lá vai andando de forma mais ou menos disfarçada. No concelho das Caldas da Rainha, podiam encerrar os dois colégios GPS que as turmas entravam em quatro escolas sublotadas que se encontram num raio de 1 km do colégio mais frequentado. 

 



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Sábado, 25.07.15

 

 

 

Os professores desencadearam a luta mais difícil (Junho de 2012) da última década com uma impopular greve a exames do 12º ano e a todas as avaliações de final de ano. Não teve o impacto mediático das grandes manifestações (há hoje, e até em 2012, menos professores, 100 mil, do que os que se manifestaram em 2008,140 mil de 170 mil), mas atingiu objectivos de forma mais precisa. Se não o tivessem feito, mais de 10 mil professores dos quadros seriam empurrados para uma injusta e brutal requalificação rosalina e mais uns 10 mil ficariam sem contrato. Ou seja, aos 30 mil eliminados que refere o chefe do Governo acrescentaríamos 20 mil.

 

É bom que se sublinhe, e nesta altura mais ainda, que as lutas valem a pena. Está em vigor um despacho de crédito de horas que disfarça os cortes a eito dos além da troika: alunos por turma, cortes curriculares, horários dos professores e mega-agrupamentos. E já se sabe: se estes cortes a eito se mantiverem, basta que um Governo elimine o referido despacho para que a tragédia se acentue.

 

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Sexta-feira, 24.07.15

 

 

 

Os concursos de bolsa de contratação de escola (BCE), são, de longe, os mais incivilizados de toda a Europa (afirmo-o sem qualquer dúvida) e obrigam milhares de candidatos a "tropeçarem" em editais tresloucados associados a inépcias administrativas.  

 

Quem se informar sobre o histórico dos concursos de professores concluirá que estamos num retrocesso que supera em crueldade os infernos administrativos dos finais da década de setenta do século passado. É arrepiante passar por um qualquer grupo das redes sociais e ler os testemunhos.

 

Isto não é próprio de uma sociedade moderna e os episódios kafkianos têm origem num caos administrativo e organizacional. Sim, a utilização do substantivo caos não é exagerada. O silêncio que vai imperando talvez se deva ao desconhecimento do caos, mesmo por parte de professores (uma percentagem elevada já não concorre e tem sido devastada por outras matérias), e à degradação mediática e constante da imagem da escola pública.

 

Com os meios informáticos existentes, era possível criar um concurso nacional decente com o seguinte princípio:

 

"(...)À opção pela lista-graduada-sem-mais aplica-se o mesmo que à democracia em relação aos outros regimes: "a democracia é a pior forma de governo imaginável, à excepção de todas as outras". Mas isso seria uma derrota impensável para o arco que paira sobre a 5 de Outubro e a 24 de Julho e uma cedência aos professores que o repetem à exaustão.(...)".

 

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Quinta-feira, 23.07.15

 

 

 

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"Só saem duques e cenas tristes", dizia-me alguém a propósito da sucessão de personagens que têm saído em sorte. Já há muito que não ouvia esta expressão dos jogos de cartas, mas sorri e fiquei a pensar, realmente, no género duque que sempre se presta a cenas tristes.



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Quarta-feira, 22.07.15

 

 

 

Peguem em Cavaco Silva, Passos Coelho e Nuno Crato e ponham-nos, devidamente mediatizados, a concorrer como se fossem professores contratados no inferno burocrático que está em curso. Em seguida, obriguem-nos, e devidamente assessorados pelo secretário Casanova, a explicar ao mundo como é que um país pode ser tão improdutivo e armar-se em superior em relação aos parceiros na União. Depois admirem-se que o FMI vá passando a mensagem que Portugal é o próximo.

 

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Terça-feira, 21.07.15

 

 

 

 

Não há país do euro, e julgo que nem da União, que avalie o exercício dos professores com pontos e percentis (quotas). Na maioria nem sequer há avaliação, havendo quem pratique as inspecções pedagógicas que validam, ou não, a continuidade do exercício.

 

Em Portugal continua em vigor um desmiolo que pontua com percentis e com base em relatórios de três páginas. Há mais umas coisas insanas que não "estalam" porque as progressões na carreira estão congeladas e porque grande parte dos professores já só contam os dias que faltam para a "fuga".

 

Para além disso, qualquer pessoa medianamente sensata levaria as mãos à cabeça com a incompetência do legislador e com as toneladas de horas que professores avaliadores e assistentes administrativos gastam à volta de uma farsa que, aqui e ali, dá murros na dignidade das pessoas. É um bom exemplo de improdutividade que explica o que escrevi no título e que nos deixa isolados na Europa (julgo que só os gregos têm produtividades assim; e mesmo assim).

 

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(1ª publicação em 7 de Novembro de 2011)

 

Este vídeo retrata a queda do império romano e compara-a com o momento que estamos a viver. A aula de economia política diz-nos que as nossas sociedades estão numa irreversível fase descendente. Faz, entre outra argumentação, uma analogia entre o circo romano e o futebol actual. Essa anestesia por entretenimento tem, na actualidade, financiamentos que passam ao lado da crise e que nos interrogam. Os poderes em queda têm sempre essas prioridades e isso não augura nada de bom.

 

 

 



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Segunda-feira, 20.07.15

 

 

 

 

O dever de uma liderança é visionar e antecipar o futuro e escolher a estratégia. A questão escolar portuguesa passa por alargar o ensino regular a todos até ao final do secundário, mas pensar um ensino básico e secundário ecléctico em que as "disciplinas estruturantes" estejam em igualdade curricular com as humanidades, com as "expressões" e com as outras ofertas de uma sociedade em pleno movimento.

 

A relação entre a selecção precoce de disciplinas "estruturantes" e o aumento da ciência, da qualidade da formação das pessoas, do número de membros da classe média e da riqueza dos países é inversa e proporcional. Os países mais ricos e democráticos eliminaram a opção pelo "ler, escrever e contar" (LEC) por três motivos principais:

1. perceberam que 60% do sucesso escolar está na sociedade e 40% na organização escolar;

2. reconheceram que os alunos que "querem aprender" fazem-no em qualquer sistema, e independentemente da carga curricular nas LEC, porque beneficiam da ambição escolar das famílias ou de boas condições socio-económicas;

3. instituiram como desafio primeiro elevar os que "não querem aprender" ao ensino superior.

 

Foi isso que o mediatizado sucesso polaco explicou. Começaram por inverter a lógica "vocacional" no terceiro ciclo (à saída da primária como eles dizem) e conseguiram aumentar para 60% (eram 10% vinte anos antes) as matriculas no ensino superior e pasme-se: melhoraram muito os resultados nos testes internacionais. A sério: até parece a história portuguesa antes da chegada de David Justino, Lurdes Rodrigues e Nuno Crato. O último foi mesmo um erro crasso.

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A Grécia está a ser usada para encobrir o escândalo de salvamento dos bancos europeus

 

Cortesia do António Ferreira



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Domingo, 19.07.15

 

 

 

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"No concelho das Caldas da Rainha, só cerca de 30% dos alunos que se inscrevem no 7º ano de escolaridade é que chegam ao exame do 12º ano com frequência do ensino regular e no país não é muito diferente", disse o especialista em Educação. Este recuo até aos anos sessenta do século passado era imprevisível há cerca de uma década. O Público divulga um interessantíssimo estudo sobre o sistema escolar polaco em que se destaca o facto de mais de "50% dos jovens irem para as universidades" quando nos anos setenta "80% dos jovens entravam  no ensino vocacional no fim do ensino primário".

 

Aconselho a leitura do artigo onde se destaca a autonomia das escolas, o evitar "algumas ideias loucas, como as que apareceram nos EUA, de punir os professores por maus resultados", "na aula de Física de uma das turmas do 2.º ano do IX Liceu de Varsóvia estão apenas 13 alunos. E não é porque tenha havido faltas", "a liberdade dos professores, e a sua forte autonomia para preparar aulas e leccionar, é apontado como um dos segredos" e "os docentes da Polónia são os que menos tempo passam nas salas de aula na OCDE, com 18 horas de carga lectiva por semana – em Portugal, são mais quatro horas semanais".

 

"(...)Durante a era comunista no país, dominava claramente a opção pelo ensino vocacional, para o qual seguiam 80% dos estudantes no final do ensino primário. Nos anos 1990, a Polónia tinha 11,1% da população dos 18-24 anos no ensino superior. A meio da década, ainda antes da reforma, já era o dobro. E hoje, mais de 50% dos jovens vão para as universidades: são entre 1,5 e dois milhões de estudantes em cada ano, alimentando as mais de 400 instituições de ensino superior do país.

Para Mikolaj Herbst esta é a peça que falta para entendermos o sucesso polaco. A expansão das inscrições nas universidades alterou a forma como os estudantes perspectivavam o seu sucesso académico no ensino básico: “Em Educação, as expectativas e motivação podem fazer uma grande diferença”.(...)"



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"O MEC e os sindicatos reuniram e concluíram: os professores do quadro do processo "colocados no vazio" que reclamem". Foi mais ou menos assim que há cerca de um mês se noticiou a saga dos professores do quadro que  foram colocados noutras escolas em vagas sem horário.

 

E repete-se a estupefacção kafkiana:

 

E se estão, naturalmente, satisfeitos com a nova colocação e não reclamam?

 

E se não estão, naturalmente, satisfeitos mas colocaram essa escola no concurso?

 

E como é que reclamam os que não correram e que passaram para horário zero porque o colocado com erro é mais graduado?

 

Nas seguintes seis variáveis encontramos explicação para a coisa:

 

1. o MEC errou no lançamento das vagas a concurso;

2. a aplicação informática está errada;

3. o Mec errou no apuramento das vagas;

4. as escolas erraram no planeamento;

5. as escolas erraram a lançar as vagas;

e 6. as escolas erraram no lançamento e o MEC não corrigiu mesmo que avisado.

 

Havendo esta objectividade, o MEC e os sindicatos passam a responsabilidade para os professores através do tal recurso hierárquico?

 

É impressionante a cultura portuguesa de apropriação do bem comum e de irresponsabilidade.



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Sábado, 18.07.15

 

 

 

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Academia das Ciências de Lisboa, Fevereiro de 2015.

 



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Passei por duas primeiras páginas e chegou-me. A mediatização do sistema escolar continua no grau zero.

 

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Esta notícia do Público nem li.

 

 

 

 

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A patologia da industria dos exames continua com febres altas, diz o Expresso.

 

 

 



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Sexta-feira, 17.07.15

 

 

 

 

"A Alemanha não perdoou a ousadia grega e humilha-os", concordo com a frase que ouvi na TSF como também percebo o que Tsipras afirmou há dias: "Quem tiver uma solução alternativa que avance e diga qual é". Sabemos que os tempos são de vórtice informativo e que quem não for rápido não existe, mas tenho lido muita conclusão sobre um caso grego que ainda mal saiu do adro. É bom que alguma prosápia portuguesa seja contida, uma vez que não revelamos à superfície indicadores como os da "Grécia 2014", na imagem, porque o líder governativo Victor Gaspar só durou dois anos, porque a cena "do irrevogável" fragilizou o ímpeto além da troika e porque existe o "incómodo" Tribunal Constitucional.

 

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A pincipal notícia da primeira página do I é o que vê na imagem e o Ionline desenvolve o tema: "Grândola. Professora venceu um concurso com projecto plagiado".

 

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Quinta-feira, 16.07.15

 

 

 

A maioria dos eleitores europeus (e dos eleitos) defende o euro como garante da paz, da solidariedade entre povos e dos restantes ideais europeus. Ou seja, pensam em política e desconhecem o amanhã em termos económicos e financeiros. Essa supressão do futuro, que arrasta os mais conscientes economistas, não impede conclusões fundamentadas sobre um passado recente em que a Europa austeritarista foi um erro grave que sucedeu a outro: um desenfreado investimento público estimulado por Bruxelas como fuga para a frente. Ambos foram respostas descontroladas à hecatombe bancária mundial de 2007 (é fundamental não esquecer). Enquanto a Europa enlouquecia e se dividia nas "soluções", os EUA e a Rússia assistiam com políticas expansionistas. O caos europeu chegou ao paradoxo "solidário" bem caricaturado na imagem ou nas inúmeras referências pela "turba dos valores" ao facto de gélido Schäuble se deslocar em cadeira de rodas. A discriminação na Europa da entrada do século XXI parece não ter limites e isso volta a colocar a política no lugar central do problema.

 

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Quarta-feira, 15.07.15

 

 

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Pode adquirir aqui a versão digital do livro "Razões de uma candidatura: Em busca de uma ideia de escola de gestão escolar (Portuguese Edition)". A editora é a "Amazon - kindle edition".

 

Pode ler a descrição:

 

A ideia de escola está associada à renovação e ao recomeço. Não existe alternativa. Quem abraça um desafio com estas características deve saber que o exercício de gestão escolar nunca se conclui e que invariavelmente nos remete para o famoso mito de Sísifo. Portanto, impõe-se a difícil depuração entre o que desejamos e o que é possível. Se a democracia se ergue também a partir das escolas e na riqueza da interação dos discursos, das atitudes e dos exemplos, então a ideia de compromisso ocupa um lugar essencial; e, neste caso, a minha afirmação inscreve-se na ideia de fazer o melhor que for capaz. Por isso, e para que a clareza aproxime este projeto de intervenção da sua necessária avaliação, não me proponho a um exercício retórico que se transforme num conjunto abstracto ou perdido no tempo. Este projeto de intervenção será um instrumento organizacional.(...)

A ideia de agrupamento de escolas vigente em Portugal é desconhecida pela literatura dedicada à gestão escolar e há investigadores que se mostram céticos em relação aos resultados. Esta escala organizacional parece dar corpo às inscrições nos dois parágrafos anteriores: transporta um sentimento de crise e é decidida pelos tempos que vivemos. Por outro lado, o pensamento que dita as políticas educativas relaciona-se com o pensamento político e económico. Por isso, a escola deve ser entendida segundo vários pontos de vista e de acordo com os interesses políticos e sociais em vigor.(...)



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Hoje é a procuradora-geral, Joana Marques Vidal, que "acusa o Governo de querer a tutela da investigação criminal".

 

"A queda dos Impérios é sempre acompanhada pela decadência moral e pela corrupção e a Europa não escapa a isso", ouvi esta frase numa rádio e concordo. Desde os inúmeros casos nos patamares mais acima nas hierarquias dos Estados até aos episódios que nos rodeiam, a decadência parece não ter contemplações. Portugal tem um ex-primeiro-ministro detido e ouvi ontem um sinal bem significativo numa entrevista televisiva a Passos Coelho: "a maioria da população diz que o senhor mente muito", disse a jornalista. O governante nem sequer balbuciou um não. Manteve o mesmo e impávido semblante dos tais momentos das mentiras e justificou-se com mais imprecisões (para ser brando, claro). Impressionante o grau negativo da coisa. Chegámos a um ponto tal, que dá ideia que a saída dos cargos conduz à barra dos tribunais e que só a falta de juízes e de polícias de investigação criminal é que impede que as teias da corrupção comprovada sejam logo desmontadas.

 

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Terça-feira, 14.07.15

 

 

 

 

Segundo a TVI, foi detido "Agostinho Ribeiro que era responsável pelos colégios Santo André e Miramar, do grupo GPS. A TVI descobriu este empresário há dois anos e meio, quando denunciou as fraudes das escolas do grupo GPS e que levou a uma investigação da Policia Judiciária a este caso, que também envolve subsídios estatais.(...)"

 

Como se sabe, a relação público-privado na Educação tem sido uma causa difícil para os defensores da escola pública que não beneficiam da protecção da partidocracia. Vamos observar com atenção os próximos episódios da "verdade inconveniente" e esperar que a justiça funcione.



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Está a ser penoso o fim de mandato de Nuno Crato. Percebeu-se que a sua "vocação" era mais o superior, mas o além da troika "empurrou-o" para o desastre também aí. No não superior parece que eram outros os administradores e Crato limitou-se a umas epifanias e a continuar o rol de impreparações iniciadas em 2003. Reforça-se a estupefacção com a sua recente desconfiança em relação à melhoria nos exames de Matemática (12º ano): mas já nem a sombra acompanha a imagem?

 

Claro que só uma sociedade ausente e doente mediatiza tanto os exames do não superior. O sistema escolar está gravemente doente e já não disfarça um clima de trafulhices e trapalhadas. É um estado de sítio legislativo. Nada há a fazer? É evidente que muito se pode fazer e nem adianta o argumento financeiro; é prioritário restabelecer a democracia e desburocratizar mesmo; digamos que são coisas de somenos (porque diminuem a despesa sem ser com o corte de pessoas e têm ganhos de confiança nos actores) para o mainstream estratosférico. E para começar, é importante que termine este ciclo radical que ficará nos rodapés da história como o período em que havia "mais exames do que aulas".

 

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"Se o Governo grego apresentasse um plano B com a saída do euro a maioria do Eurogrupo tinha provocado o Grexit", concordo com esta ideia. Há uma componente política que desesperou os defensores da tragédia austeritarista e que se acentuou nos que vão a votos entretanto. E acho uma certa piada aos "heróis" que acusam o Governo grego de capitulação. Mas há alguém que acha que é fácil ir às altas paradas do casino desafiar os falcões dominadores apoiados por inúmeros "bons alunos"? É bom não esquecer a herança grega de corrupção (e é também bom que os portugueses não se esqueçam das analogias com a Grécia, nomeadamente as "ruas de pobres" e a corrupção perpetrada pela bancocracia e pela partidocracia). Há um mérito grego inquestionável: "desmontou" o colete de forças do euro, oxigenou, como ninguém até aqui, uma alternativa e o tempo lá se encarregará de outras explicações.  

 

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publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 10:36 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Segunda-feira, 13.07.15

 

 

 

"O Governo português é uma espécie de animal doméstico de estimação da Alemanha e não quero acreditar que o caderno eleitoral interno norteie as suas decisões", disse o sensato Pedro Santos Guerreiro do Expresso ontem na SICN. Esta triste figura histórica do Governo português teve hoje mais um episódio de bicos-de-pés e de falácia eleitoral que dará boas caricaturas: "Passos assume autoria da medida que permitiu acordo". É um vale tudo, realmente. Não tarda e era aquém da troika desde pequenino.



publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 11:02 | link do post | comentar | partilhar

Domingo, 12.07.15

 

 

 

 

O mercado escolar, o cliente escolar e o neoliberalismo adoeceram o sistema escolar. É uma patologia que vai para além da crise da escola que integra historicamente a sua definição como instituição. Os rankings como modo único de vida, o senso comum como princípio primeiro da autoridade escolar e o individualismo das escolas e dentro destas os grupos de interesses alinhados com a partidocracia local, atingem nesta altura um pico com a busca de alunos e com as variáveis próximas. A propaganda escolar inspira-se na lógica dos "supermercados". A cooperação dentro das redes escolares, a boa gestão de recursos, a prevalência de uma autoridade escolar assente num ensino emancipador, ecléctico e que se afirme como elevador social são ideias que, tragicamente, se perderam com o avanço do milénio e acompanham a crise do espaço político onde nos integramos.

 

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publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 20:09 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

 

 

 

Os tempos não estão para deuses (a imagem ajuda) e o mérito do Governo grego parece concretizar-se: criar uma alternativa ao desastroso caminho único traçado pela Alemanha (claro que não ignoro os bancos e os casinos). Joga-se com o tempo, a França e a Itália já respiram e esperam-se mais corajosos. Os pequenos países como a Eslováquia, a Eslovénia, a Estónia, a Letónia ou a Lituânia parecem muito dependentes, mas é triste a figura dos aflitos aliados de Schäuble: verdadeiros Finlandeses, genuínos Holandeses, imaculados Irlandeses, incorruptíveis Espanhóis e autênticos Portugueses.

 

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publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 15:33 | link do post | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sábado, 11.07.15

 

 

 

 

 

Uma lâmpada cheia de azeite vangloriava-se,

uma noite, perante os que passavam ao pé de si,

que era superior à estrela da manhã,

pois projectava uma luz mais forte que todas.

De repente, sacudida por um sopro de vento

que se levantou, apagou-se. Alguém, que a reacendeu,

disse-lhe: "Brilha, mas deixa-te estar calada, ó lâmpada;

a luz dos astros, essa, não morre".

 

 

Bábrio

 

 

 

 

Antologia da Poesia Grega Clássica.

Tradução e notas de Albano Martins.

Lisboa, Portugália Editora, 2009. p. 465.

 

 

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publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 16:53 | link do post | comentar | partilhar

 

 

 

Nunca resisto a uma bola de berlim depois de umas boas braçadas, mantenho a sugestão do Inimigo Público (2012).

 

 

 

 

 



publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 09:49 | link do post | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Sexta-feira, 10.07.15

 

 

 

 

"Gregos são os que trabalham mais horas na Europa, alemães no pólo oposto", diz o Expresso através de mais um estudo da OCDE que se confessa pouco rigoroso. Até dá jeito que se contem as horas assim, mas já se sabe que o argumentário também permite afirmar que os alemães trabalham menos horas mas produzem muito mais e por aí fora. Os olhos do fanatismo ideológico até ajeitam as folhas excel e a tese dos preguiçosos desorganizados ganha logo força. O que se sabe é que a maioria desses relatórios, e salvo melhor opinião, servem para alimentar tecnocratas que estão na estratosfera, mas que têm que produzir uns clássicos (com todo o respeito pelos verdadeiros clássicos).



publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 17:37 | link do post | comentar | ver comentários (2) | partilhar

 

 

 

E daqui a uns dois meses o MEC sentenciará: "(...)escolas que não abrem são casos pontuais(...)".

 

É natural alguma falta de pachorra para aturar um MEC que desrespeita, há anos a fio, a cultura organizacional das escolas e que despreza três valores preciosos: organização, conhecimento (que inclui as escolas) e gestão do território.

 

A análise crítica pode partir de variáveis diversas. Escolhi uma e fui buscar um post que teima em se eternizar.

 

 

 (1ª edição em 26 de Março de 2012)

 

 

 

Desde o início do milénio que se tem escrito sobre o fenómeno em curso dos agrupamentos de escolas. Sejamos claros: as escolas do primeiro ciclo e os jardins de infância perderam alguma da parca capacidade de decisão, mas não é muito significativo que passem a vida a mudar de escola sede. A nossa balbúrdia organizativa é tal, que o português é especialista em planear depois do caos consumado nem que seja uma bancarrota.

 

As sedes dos agrupamentos existentes são escolas de várias tipologias, mas raramente estabelecimentos de ensino só com o primeiro ciclo ou pré-escolar ou mesmo com essas duas valências. Nos dois últimos anos, os agrupamentos incluíram mais do que uma escola com 2º e 3º ciclos ou ensino secundário. Parece que tem corrido mal e, portanto, generaliza-se.

 

As agregações ou unidades administrativas incluirão duas ou mais escolas com 2º e 3º ciclos ou ensino secundário, mas o modelo de gestão será o mesmo das escolas não agrupadas. Ou seja, com excepção das escolas sede, as outras funcionarão, em regra, sem direcção, conselho geral, conselho pedagógico, coordenadores de departamento, representantes de grupos disciplinares, coordenadores de directores de turma e serviços administrativos. E mais: não significa que todos esses membros, no caso dos professores, leccionem na escola sede. Será um modelo bem anarca e lusitano e pronto a exportar para solo lunar.

 

Podia fazer-se muito melhor, desde logo ao nível dos conselhos locais de Educação (se existissem ou se os executivos e assembleias municipais soubessem alguma coisa deste assunto), e com melhores resultados financeiros e organizacionais. Mas isso fica para outro dia que o post já vai longo.

 

Mesmo a História mais recente diz-nos que as escolas abrem todas em Setembro e que, nos primeiros dias de aulas, alunos e professores têm horários e salas de aula. Se os professores não desagradarem muito aos alunos, os encarregados de educação encerram as suas preocupações. Os outros cidadãos pensam que estes assuntos são estrangeirados e lá sabem porque é que raciocinam assim. Mesmo que uns e outros desconheçam que cerca de 60% do sucesso dos alunos depende do que se passa fora da escola e que os cerca de 40% restantes ficam à mercê da organização escolar, há um aviso que se deve fazer: o plano inclinado do actual sistema escolar consegue sempre descer mais um grau abaixo de zero.

 

 



publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 11:20 | link do post | comentar | ver comentários (27) | partilhar

Quinta-feira, 09.07.15

 

 

"Armando Vara detido no âmbito da investigação a Sócrates", diz o Público. Francamente: tenho a sensação que já li tantas detenções deste indivíduo, que já nem sei que diga. Recorda o caso "Vale e Azevedo" que chegou a ser detido quando saía da cadeia. Não tarda e passa a "Vara - o detido de serviço".



publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 23:26 | link do post | comentar | ver comentários (10) | partilhar

 

 

 

O MEC "vai pagar" a prova de inglês de Cambridge e "quer torná-la obrigatória no 9º ano". Ou seja, Crato vira-se para o referendo britânico do Não à UE depois da fracassada ingerência no Oxi grego e o seu grupo parece querer consolidar um qualquer negócio antes do "referendo" português.

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publicado por paulo guilherme trilho prudêncio às 10:32 | link do post | comentar | ver comentários (7) | partilhar


Inauguração do blogue
25 de Abril de 2004
Autor:
Paulo Guilherme Trilho Prudêncio
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